Estávamos em Brill, pouco antes de sairmos para explorar um mundo desconhecido, um mundo prometido por lideres humanos, lideres que me abandonou, que nos abandonaram.
Foi quando eu levantei e pronunciei algumas frases, frases essa que estavam presas em minha garganta desde a manhã fria que me levantei sem sentir as minhas pernas:
“Humanos imundos, fui traído pela minha própria raça.
Em uma noite mais escura que o normal, muito depois dos Forsakens reivindicarem a importante e arruinada Lordaeron para eles e os Orc´s colonizarem Kalimdor fui mandando a Brill para uma missão especial, matar um Forsaken que não me recordo o nome.
A batalha durou dias, humanos e forsakens matavam uns aos outros, eu um Warlock em formação fui treinado e criado para agir como um matador, utilizando a magia negra para atormentar qualquer membro da Horda que aparece em nossa frente.
Não me lembro de muita coisa daquela noite, mas me lembro bem de um humano, aparentemente muito ligado a mim e com certeza de uma patente maior me mandando ir para o front de batalha, não entendi muito bem, mas lá estava eu e mais alguns membros da aliança, meia dúzia de humanos a maioria guerreiros, alguns arqueiros elfos e dois anões, 12 membros da aliança para enfrentar mais de 50 mortos-vivos sedentos por comer nossa carne.
Quando chegamos ao campo de batalha quase não havia mais aliança, somente Forsakens, como eu odiava aquela raça, na maioria eram humanos que tinham uma doença, pelo menos era isso que diziam nos nossos treinamentos, raça desprezível que não confia em ninguém e ninguém confia neles, nem mesmo os próprios membros da Horda.
A minha missão era simples, ir até a frente de batalha e matarmos o maior numero de mortos vivos que eu pudesse e deveríamos agüentar somente 20 minutos que uma segunda tropa viria nos ajudar, passaram 30 minutos e nada, dos 12 membros da aliança sobrava somente três assombrados homens e eu era um deles, os Forsakens nos encurralaram foi nesse momento que ouvimos uma trombeta, ‘pronto estamos salvos’ era o que eu pensava, nosso pelotão, ou o que restava dele, foi embora nos abandonando naquele inferno.
É somente isso que me lembro até hoje, não me lembro de como vivi, não me lembro de como e com quem fui criado, não me lembro de meu pai…
Aposto que muitos aqui também não se lembram, mas agora somos aquilo que juramos e gostávamos de destruir, somos Forsakens e vamos destruir todos os membros da aliança, todos esse mercenários que só pensam em poder”
Olá a todos esse é meu primeiro conto, na verdade é só um prólogo espero continuar com essa estória em breve.
Espero por criticas e sugestões…

mt bom…
gostei bastante, achei bem interessante!!
espero q a historia prossiga como começou!!
Muito Obrigado, ficou meio estranho a parte da traição, mas tenho em minha cabeças algumas coisas que vão se revelar com o tempo, se der e o trabalho deixar vou escrever um capitulo a cada duas semanas.
Muito bom ! Muito bom mesmo !
Essa história de escrever um capitulo a cada X dias não da certo (pelo menos não pra mim), você estipula um intervalo entre os posts, dai chega uma semana que surgem imprevistos e você atrasa e todo mundo fica esperando
melhor é falar: “vo escrever na medida do possivel, provavelmente eu entregue um capitulo a cada duas semanas, mas não garanto nada”
hehe
só uma coisa que ficou realmente confusa
quando você falou aquela frase a respeito da traição, você já era um forsaken certo ?
caso esse seja o caso seria bom depois da fraze você fazer uma indicação que passou a falar do passado antes dela. Caso contrario, seria bom você dar uma esclareciada para ele falar que os humanos o trairam e ainda assim lutar ao lado deles
sei que muitos esclarecimentos vem depois, pois esse é apenas um prologo, mas geralmente é bom mencionar algo e apenas detalhar depois, para que o texto seja possivel de ser compreendido, a não ser que essa seja a sua intenção, deixar o leitor completamente perdido a principio, para depois revelar tudo de forma que ele fique “Ah ! Então foi assim que tal coisa aconteceu” “Então é por isso que ele fez aquilo” e tal
Muito obrigado,
A unica parte que está no presente é essa:
“Estávamos em Brill, pouco antes de sairmos para explorar um mundo desconhecido, um mundo prometido por lideres humanos, lideres que me abandonou, que nos abandonaram.
Foi quando eu levantei e pronunciei algumas frases, frases essa que estavam presas em minha garganta desde a manhã fria que me levantei sem sentir as minhas pernas:”
Todo o resto do texto está reportando o passado, A ideia foi sim deixar o leitor sem saber muito a respeito da traição, a ideia é ir descobrindo sobre suas lembranças com o passar do tempo, e sobre escrever com tempo é verdade essa semana o caldo esquentou e acho que nao vou conseguir escrever nada.
Panon não entendi essa parte : caso esse seja o caso seria bom depois da fraze você fazer uma indicação que passou a falar do passado antes dela.
Espero por mais criticas contrutivas
Sobre o meu post anterior, ignore aquela parte, EU havia feito a confusão onde ela não existia, mals hehe
MAS…
“Humanos imundos, fui traído pela minha própria raça…”, por que ele começaria a fazer um discurso sobre os humanos se não havia indicação nenhuma anteriormente de que eles iriam combate-los ? Não era apenas uma missão de exploração ?
Isso ficou meio estranho, mas nada que afete a qualidade do conto, parabens novamente sua história ficou muito boa (ainda mais agora que eu desfiz a pequena confusão em minha mente hehe)
PS: tem dois erros de português bem no começo do conto:
lideres que me abandonARAM (os lidereS que abandoram, por isso fica no plural)
…frases essaS… (novamente erro de concordância, essa deve concordar com frases, portanto, plural novamente hehe)
não percebi nenhuma no resto do conto, mas eu não sou bom nessa area, sugiro entregar o texto a alguém que entenda do assunto para fazer essas correções por você (eu fiz isso com os meus hehe)
Legal, vou corrigir esses assim que der e vou começar a entregar para alguem verificar antes,
Cool post, just subscribed.
fico com medo de ler..são tantos erros grotescos que tudo perde a graça…