Ossenyks – O passado

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Oi aqui eh Kar, bem eu estou comentando em alguns contos, esse conto não eh do meu personagem preferido que eh Kar’Throng, esse eh de um que eu e meu irmão fizemos mais eh so o começo dele quero continuar, eu nao fiz o do meu preferido por que eh uma historia muito dificil de escrever, tenho que ter paciencia pra faser ela!!!

bem agora senta na cadeira e da uma lida, quero bastantes criticas, para quando eu fazer o outro eu nao errar!!

flwss

Meu nome era Ossen, minha vida era perfeita, eu era um grande general paladino, eu vivia em brill com minha esposa, a esposa mais linda que alguém poderia ter, ela tinha cabelos loiros bem claros e olhos azuis com um brilho só dela, um brilho tão profundo como a luz do sol, o nome dela era Alania, ela era a razão na minha vida.

Eu era da Aliança, aquela suja e desgraçada aliança, com humanos corruptos e eu vivia entre eles, não sabia que eu vivia em seres tão cruéis como eles e eu tive que aprender da forma mais dolorosa possível. Lembro-me ate hoje da missão contra os mortos ambulantes, eu despedi de minha esposa, e viajei durante um mês, a missão foi bem sucedida, mas quando nos voltamos, vi fogo, casas quebradas e sangue.

Andamos devagar um pouco assustados ate que vimos alguma coisa correndo, fomos atrás dela, a seguimos ate o templo da cidade, cercamos, eu me aproximei, era um morto-vivo parecia estar chorando e tinha um rosto feminino e quando vi os olhos dela, tinha um brilho que só uma pessoa tinha, ela era Alania, ela disse meu nome chorando eu vi que era ela e nos abraçamos e beijamos, ate que eu ouvi alguém falar bem alto “que nojo”, eu virei era Phanias o comandante do grupo “que merda é essa, o que pensa que esta fazendo Ossen, estas beijando esse ser desgraçado?” disse ele com mais desprezo ainda.

- Ela é minha esposa senhor…

- Sua esposa? – Ele começou a rir em tom irônico – pode ser que ela já foi, mas agora é um deles.

- Não senhor, ela pode estar diferente, mas é ela sim!

- Eu só vejo um cadáver nojento! Destruam essa besta! – Ele gritou alto.

- O que? Não, não vou deixar ela é minha esposa

- Olha moleque, você esta comprometendo seu cargo no exercito da aliança!

- Se a aliança pensa assim, eu não quero mais fazer parte dela!

- Não! – gritou minha esposa – eu já estou morta Ossen, deixem-me matar.

- O que? Não eu não vou deixar.

- Não quero te comprometer- ela chegou perto de um soldado e gritou - me levem.

- Não abre a boca para falar comigo sua coisa do inferno. – disse um soldado.

O jeito que o soldado chamou ela, eu não podia permitir isso!

- Não ouse se referir a minha esposa com essas palavras.

- Por que você vai fazer alguma coisa? - ele começou a rir em tom irônico.

- Saquei meu machado duplo e o lancei no pescoço daquele soldado.

- O que você fez? – perguntou Phanias – Isso é alta traição.

- Eu não vou deixar ninguém falar mal dela, mesmo se for você!

- Matem a coisa e prendam o traidor!

- Tentem!

Enquanto eles se preparavam para dar o primeiro ataque, eu olhava para os lados, não tinha saída, o único jeito era matar todos eles, eu era um dos mais fortes só que eram ao todo nove fora o que já foi morto, eu não tinha tanto poder assim, mas eu tinha que fazer o Maximo. Alania se escondeu no canto do muro, eu disse “não tenha medo eu prometo que não vou deixar ninguém te matar”.

Três deles vieram pra cima de mim, eu era muito bom no machado, isolei um deles para facilitar, o dois que sobraram me atacaram com espadas só que meu machado dourado era maior e mais forte e consegui matar os dois bem rápido cortando o pescoço deles com apenas um golpe de machado, e o outro que foi isolado, era mais experiente, por isso foi mais difícil de matar, mas eu o matei, e o primeiro passo eu tinha conseguido.

Phanias ficou com raiva, ele sabia que eu era muito forte, ele mandou alguém que eu não esperava, ele mandou Rhanor, era o meu melhor amigo, o companheiro de aventura. Eu e ele ficamos surpresos, ele falava pro Phanias que não queria fazer aquilo, mas era uma ordem direta, Rhanor chegou a mim e disse.

- Por favor, me de licença.

- Rhanor ela é minha esposa, não posso fazer isso.

- Então não tenho escolha, me desculpe.

- Não faça isso, ela ainda é humana e…

- Me desculpe.

Ele logo atacou, era rápido, ele segurava uma gladius e um escudo, luta grande e comparada, mas no final eu não podia quebra a promeça, eu o matei. Encontrava-me arrasado no final da luta. E o desgraçado do Phanias ia mandar mais soldados só que antes disso eu falei:

- Covarde, por que você não me enfrenta, estas com medo?

Ele me olhou e foi ate mim, falando: “você vai ver o que é medo”.

Ele usava uma gigante espada de guerra, eu o ataquei só que ele sabia se defender muito bem, sem falar que eu estava muito cansado por causa das outras lutas, eu com ódio comecei a atacá-lo com muita velocidade e não parava, Phanias não estava conseguindo se defender ate que eu cortei uma parte do braço. Ele olhou pra mim com raiva, e me deu um ataque forte que eu fui para o muro, antes que eu pudesse me defender ele veio com tudo querendo matar, então vôo sangue verde em mim, olhei para baixo Alania tinha entrado na minha frente vi os olhos dela brilhando.
Phanias começou a rir, e mandou eles se retirarem, me deixou lá sofrendo.

Ele tinha acertado no coração, e ela ainda não era totalmente morta- viva ainda tinha um coração vivo. Eu olhei para os seus olhos e a beijei, depois que ela morreu eu comecei a chorar lagrimas de sangue e vi uma aura escura em mim, eu estava decidido, eu ia matar Phanias.

Também quero contar meu Conto!



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Sobre o Kar

bem meu nome e joaquim coloco Kar de nome pq eh o nome do meu personagem mais doido, criei diversos personagens mas no site eu so to começando a escrever! espero que goste de meus contos!! flwss