A taverna
Era uma noite comum de verão em Brilho de Ouro, perto de Vento da Tempestade, aquela taverna, a única do vilarejo, era confortante, Castiell e seu irmão Tarkus estavam sentados no balcão bebendo hidromel, o Cavaleiro Castiell, não gostava muito de beber, mas para não fazer uma desfeita ao dono do bar, ele bebeu a sua bebida, já seu irmão, Tarkus, um forte guerreiro, estava em sua 2ª jarra de rum, mas aquela felicidade estaria para acabar logo logo…
A taverna era pequena, só tiinha cerca de 5 mesas, e uma garçonete, a linda Allicia, ela era uma jovem humana, de pele morena, e cabelos escuros, era filha do taverneiro, ele tinha muito orgulho de sua filha, uma moça comportada e gentil, naquela taverna era possível ver quase de tudo, Anões fazendo uma pequena competição de bebida, Elfos Noturnos discutindo uma rota de caça, e claro, dois humanos, um cavaleiro, e um guerreiro, o local estava calmo, por enquanto…
Chegada inesperada
Mas como todos sabem a felicidade dura pouco, Naquele mesmo instante, naquela pequena taverna chamada Parada do Viajante, uma pessoa, que Castiell e seu irmão Tarkus, já conheciam,entrou pela porta da taverna, era um Cavaleiro negro, um homem de pele branca, e cabelos prateados, exalando uma aura triste, sentou-se em uma das poucas mesas que sobraram, Castiell olhou para seu irmão, que retribuiu o olhar com um aceno com a cabeça, provavelmente está bêbado pensa Castiell sobre seu irmão, Então ele se levanta sozinho, e vai até o misterioso homem.
- Olá Caim, seu demônio desprezível, oque faz aqui?! Sabe que nós não gostamos de sua companhia!
- Ora ora, parece que temos um “velho” conhecido meu, acho que você não vai querer arrumar confusão nessa vila, não é? Cavaleiro da mão de prata.
Os dois se olham como se pudessem matar um ao outro com o olhar, Castiell sai enraivecido da taverna, batendo a porta do local, ele pega seu cavalo, e sai andando em direção a Brilho do Lago, uma pequena vila de pescadores, seu irmão Tarkus, continua bebendo afinal, ele já está bêbado, e não entende mais nada que acontece a sua volta, o dono da taverna o deixa passar a noite em um quarto, contanto que não arranjasse confusão.
Passado Sombrio
Quando Castiell e Tarkus eram jovens, eles já tinham perdido seus pais, e viviam com um senhor que cedeu um quarto em sua fazenda, em troca de serviço, eles viviam bem, até que um dia, Tarkus começou a ter pesadelos sobre a morte de seus pais, um vulto, sempre aparecia em seus sonhos, depois de alguns anos, enquanto todos na fazenda dormiam, uma sombra tomou conta do local, um cavaleiro negro, foi enviado para matar os irmãos, mas só conseguiu matar o fazendeiro, depois disso, os irmãos se tornaram um Cavaleiro da Mão de Prata, e o outro, um Guerreiro de Warsong eles tomaram caminhos e direções diferentes, enquanto seu Tarkus vivia Matando Orcs e Taurens em uma guerra por território, Castiell estava nas terras geladas de Northrend, o “Teto” do mundo combatendo a Scourge em uma Fortaleza dos Cavaleiros da Mão de Prata. Mas o destino reuniria eles de novo, eles voltam a ter visões estranhas, sempre com aquele mesmo cavaleiro, só 1 ano depois, eles descobririam que aquele homem era Caim, um servo de Belial, o Bruxo que vivia em DuskWood, ele comandava os Mortos-Vivos que ali viviam, e ele teve interesse nos pais de Castiell e Tarkus, porque eles eram os únicos que sabiam sua fraqueza, portanto ele mandou Caim, seu servo mais leal e poderoso, matar os pais de Castiell e Tarkus.
Guerreiro tombado
Depois que Castiell saiu da taverna, Caim viu que era uma oportunidade única, o outro irmão estava bêbado e não tinha forças para lutar, então, ele fez o inesperado, invocou uma Gárgula no local, e roubou a alma de todos que ali viviam, incluído Tarkus, e por fim, ele queimou a vila.
Quando Castiell estava caminhando com seu cavalo para Brilho do Lago, Ele olhou para traz, para ver mais uma vez a vila, e quando se vira, vê um local tomado pelo fogo.
- Oque?!
- Meus deuses, Tarkus, preciso ver se ele está bem!
Ele vira seu cavalo pra a vila e sai cavalgando o mais rápido que pode, quando chega lá, só vê fogo, ele se enche de fúria, e vê Caim, olhando para ele do outro lado do fogo.
- Eu juro, Pela minha Honra, que um dia Caim, você pagará, e a justiça será feita!
Assim diz Castiell o Cavaleiro da Mão de Prata, quando sai cavalgando, agora com rumo para o Porto de Vento da Tempestade, agora ele só pensa em justiça!

Gostei do conto, um pouco confuso para entender a principio, mas muito bom
agora minhas tradicionais criticas a detalhes hehe:
Guerreiro de Warsong ???
Em primeiro lugar, já que está traduzindo os nomes, traduza todos para manter um padrão (se bem que um “guerreiro de Canção da Guerra” realmente naum soa bem). Warsong é um clan da Horda, como que ele se tornou um guerreiro do clan ? Se você quer dizer que ele combate no BG do Warsong seri melhor dizer algo como: “se tornou um guerreiro a serviço da aliança, e foi mandado para a divisa de Barrens (Terras Aridas) com o Vale Cinzento, onde uma disputa entre o clan orcico Canção da Guerra e as Sentinelas de Elune já se prolonga por anos”
ficou bem legal!!
tirando o detalhe que Warsong é um clã orc, fora isso o texto ficou bem legal, sem muita enchenção de linguiça(porem nos meus contos eu gosto desses detalhes.. rsrs)
LoL, eu não lembrava dissoa.
ainda bem que voce me aviso…
^^
vo corrigir ^^
Uma coisa que eu esqueci de comentar no post anterior
por que o Caim queria matar os dois irmãos ?
não eram os pais deles que sabiam a fraqueza de Belial ?
talvez vc devesse fazer algo como:
Uma professia de que seria um dos dois irmãos X (sobrenome deles) que iria matar o Belial, e para evitar isso Belial manda o Caim atras deles enquanto ainda eram crianças, mas eles conseguiram escapar, e depois o mesmo na fazenda.
Só uma sugestão, ou talvez:
Caim tentou matar os dois garotos, mas eles conseguiram escapar. Os pais ele matou a mando de Belial, mas as crianças ele fazia questão de matar, por isso foi atrás deles na fazenda terminar o serviço e…