Gerações de Honra 9: A Queda do cavaleiro da morte e os anões de pedra!

O grupo de atiradores liderado por Brann consegue conter os orcs temporariamente na entrada do quadrante militar, enquanto isso Danath e seus homens junto com o rei e Muradin retém...
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O grupo de atiradores liderado por Brann consegue conter os orcs temporariamente na entrada do quadrante militar, enquanto isso Danath e seus homens junto com o rei e Muradin retém os orcs na entrada do quadrante místico da cidade. Entre os quadrantes muita morte e confusão entre os enfurecidos orcs e os soldados da aliança humanos e anões.

No meio da confusão está também Galdor, Iorick e o paladino Saidan. Iorick percebe que o jovem anão, segura algo importante que cai do soldado morto. Ele se aproxima e vê que o jovem vai em direção aos ogros onde lutam o rei, Danath e sua guarda de elite. “Galdor me siga” grita Iorick “Ele carrega uma bolsa parece ser importante” quando Galdor vai em direção a Iorick, de Gilneas vê a atenção do cavaleiro da morte se voltar para seu amigo e grita “Cuidado atrás de você!” O cavaleiro da morte vem com o cajado e num piscar de olhos, o cajado que iria acertá-lo em cheio acerta o ombro do paladino que o empurra na hora e o tira do caminho da morte. O ser maligno não desiste e dá a volta com sua montaria malévola.

Galdor perdeu sua espada e somente o martelo de Saidan estava ao seu alcance. Quando ele o pega ele escuta do seu salvador “Acredite!!!” Num movimento de puro reflexo, quase instintivo, o jovem soldado esquiva do cajado que o mataria apenas no toque e acerta a pata traseira da montaria do cavaleiro que cai desajeitadamente no chão. No instante do golpe, um forte feixe de luz, intenso, mas bem breve emanou do golpe de Galdor. A montaria morto-viva teve sua pata parcialmente incinerada.

Rapidamente o paladino levanta e com sua mão imposta em direção ao que um dia foi um rosto do cavaleiro da morte ele grita “Em nome da luz, QUEIME!!!” o cavaleiro da morte instantaneamente vira uma bola de fogo descontrolada que após dar alguns passos desorientados cai e rapidamente vira cinzas.

Aproveitando a queda do cavaleiro da morte, Iorick segue o garoto anão e o protege de machados e lanças que tentam acertá-lo. Até que o menino chega ao rei e diz em sua linguagem “Magestade, isso é para o senhor, me disseram que é muito importante” Ao segurar o disco Magni sente uma força dentro de si, e instintivamente o retira da bolsa e o ergue. Imediatamente todos os anões ficam, mesmo que por alguns instantes com a pele em forma de pedra, tempos suficiente para fazer os orcs recuarem de volta para os portões da cidade. O líder orc sinaliza com as mãos algo que pode ser interpretado claramente como “recuar”.

A primeira batalha foi vencida. “Eles voltarão em breve, eles tomaram nossas minas e devem estar se reagrupando” resmunga o rei. “Vamos dar conta irmão” responde Muradin. “Eles não podem comigo e nem com os meus homens.” Completa Danath ainda no calor da batalha. “Logo a cavalaria chegará vinda de Lordaeron.” Completa o capitão de Stromgarde.

Todos têm alguns instantes de alívio. Mas a próxima batalha é eminente. Galdor ainda está com o ocorrido do cavaleiro da morte na cabeça. “O que foi aquilo?” ele se indaga. “Terá sido minha fé a causadora daquele brilho intenso do martelo, ou foi devido ao poder sagrado do paladino que já estava na arma?” ele imediatamente procura Saidan para tirar isso a limpo.

Em meio às tropas pai e filho conversam: “O que você pensa que faz aqui filho?” “Poderia ter morrido alguns dos nossos mais experientes em combates caíram nessa luta, seu vizinho o Doonforge que você sempre falava foi decapitado.” “Poderia ter sido você filho, é isso que você quer?” “Pai esse é o meu destino, é o que eu quero fazer, eu não quero ficar na forja e lutar em ultimo caso, eu quero lutar em PRIMEIRO CASO.” Antes que a discussão continuasse, um guarda se aproxima e fala: “Hei garoto, o rei lhe mandou por essa armadura de guarda.” “Parabéns filho” diz o pai Bandis Fireforge, “Não posso ir contra a vontade do rei” completa o pai desolado. Sem querer admitir, Bandis percebe que seu filho já está apartir de agora muito além dos seus cuidados, e que lutariam lado a lado como soldados.
Em meio aos soldados mortos e feridos, Alliana procura ansiosamente por alguém que não encontra de imediato, isso a preocupa por dois motivos: Primeiro por ela nunca ter se importando tanto com alguém a não ser seu irmão que não estava lá naquela batalha, e segundo que esse alguém era um simples soldado humano.

Galdor se dirige a Saidan que está em meio aos elfos que permanecem praticamente intactos com exceção de um deles que foi atingido em cheio por um machado troll e não resistiu ao ferimento. O soldado de Azeroth se aproxima do paladino e pergunta: “Você viu o clarão na hora que eu golpeei o cavalo esqueleto?” “Sim eu vi” responde Saidan calmamente. “O que foi aquilo?” pergunta Galdor ansioso. “Sua fé soldado, você canalizou sua fé para o meu martelo e salvou nós dois.

Quando tivermos passado por isso, vou encaminhá-lo para o treinamento em Lordaeron. Mas sempre que puder leia isso.” O jovem soldado recebe um livro de Saidan, antes que ele perguntasse algo o Paladino lhe fala: “Esse é um dos tomos da Luz Sagrada, o tomo da divindade, sempre que puder, leia-o com atenção.” Galdor ficou surpreso com o livro e as palavras ditas a ele até que escuta uma voz feminina familiar: “Você é bom mesmo, está vivo até agora, já ia lhe procurar em meio aos corpos” fala Alliana num tom de sarcasmo. “É bom te ver também elfa, se cuide. Por acaso você viu Heian?” “ Aqui.” Galdor o vê com um arco longo em uma posição privilegiada ao alto. “Deve ter derrubado muitos daí não é?”o soldado pergunta. “Não sou tão bom quanto a nossa campeã elfa, mas quebro um galho hehehe.” Em meio ao breve descanso, a noite vai chegando à montanha e os guerreiros vêem o sol se por num misto de medo e esperança.

Continua…



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