O Exilado
Era jovem…
Muito jovem quando tudo isto começou…
Não lembro das coisas como devia lembrar…
Vejo imagens, imagens de fogo, imagens de morte, vejo desespero em todas as minhas lembranças…
Não gosto de te-las…
Mas não posso esquece-las.
Apenas sei que sou um exilado…
Sou um nada…
Ou talvez um tudo, uma parte, um movimento nas trevas…
Lembro-me que que quando era jovem, fugíamos de algo que eu não sabia o que era, nem ao menos sabia o por que precisávamos ir embora.
Lembro-me das lágrimas de minha mãe e de meu irmão. Dos rugidos de meu pai.
Minha mãe me carregava em seu colo, não era rápido para segui-los.
Lembro-me de montanhas lilás.
Brilhavam…
Eram lindas…
Mais uma tempestade caia.
Por muito pensei que foi apenas um sonho.
Hoje sei que aquilo era um pesadelo…
Chegamos em um mundo estranho, não era tão bonito como o que eu me lembro, mas era bonito e isto bastava.
Eramos muitos…
Mas ao mesmo tempo eramos poucos.
Ali nos sitiamos.
Tentamos seguir nossos costumes…
Nossa fé na luz.
Eu era um jovem maduro já.
Disto lembro bem…
Conhecemos uma raça estranha, bárbaros, burros, simplesmente selvagens.
Muitos dos nossos queriam dar um fim a eles, seriam problema no futuro diziam eles, o profeta disse que não.
“Se a luz deu vida a estas criaturas, é por que devem viver. Não temos o direito de destruí-las”, disse ele.
Com o tempo conhecemos os costumes das criaturas.
Não eram tão burros quanto pareciam, aprendiam rápido, falavam uma língua própria mais fácil de aprender, falavam de honra, do valor das coisas.
O profeta formou uma aliança com eles, se chamavam Orcs, eram verdes e feios, com dentes que saiam da boca, com o tempo nos acostumamos com a aparecia deles.
Ensinamos a arte da civilização e nos ensinaram a arte da guerra.
Nosso povo era pacífico, muitos não gostaram da ideia de lutar, de matar. Mas o Profeta nos disse que precisaríamos saber lutar para sobreviver em um universo não hostil.
Então um dia a mascara caiu…
O Orcs nos traíram…
Nos mataram…
O por que? Até hoje não sei…
Vi minha mãe e meu irmão caírem na minha frente…
Foi quando vi vermelho… Apenas o vermelho… Nada mais…
Tudo era vermelho… Apenas o vermelho se movimentando…
Peguei o machado, corri, e matei o assassino… Matei mais dois que se aproximavam… Não entendia… Senti prazer nisso… Em matar aqueles que nos traíram…
Apesar de aprender a lutar… Não gostava de lutar… Não até aquele momento…
Mais cinco caíram, mais não paravam de vir…
Era impossível.
O profeta nos ordenou a fugir… Não ouvi… Mais três caíram, senti alguma coisa me acertar no rosto… Não doeu… mais um dos meu olhos que viam vermelho não viu mais nada.
Foi quando o vermelho que via virou preto… Apenas preto…
Acordei com muita dor, Fiquei sabendo que meu pai me desacordou pois eu estava enlouquecido, Ele morreu lá também com minha mãe e irmão… Me protegendo… Amaldiçoou aqueles malditos verdes até o ultimo de sua geração…
Muitos de nós morreram, não eramos muitos… agora eramos menos…
Nos abrigamos nos cogumelos gigantes do pântano, e lá ficamos por muito tempo.
Foi quando um dia o chão começou a tremer…
Não sabíamos o que estava acontecendo exatamente…
Sabíamos que em sua cede por sangue os Orcs foram para outro mundo…
E lá foram banidos, os do outro mundo vieram… Lutaram na terra dos Orcs contra os Orcs…
O que fez o mundo tremer eu não sei… Mas o profeta disse que este mundo ia ruir…
Que o fim estava próximo, deveríamos ir embora… Fugir novamente…
Fomos até aonde estavam as montanhas de meus sonhos que nos trouxeram para cá…
Realmente era tão linda como em meus sonhos.
Fomos novamente atacados… Por pessoas estranhas… Nunca vi ninguém desta forma, cabelos dourados em sua maioria, esguios, exalavam uma aura de magia corrompida… Pobres tolos… Se deixaram viciar pela magia.
Matei muitos, mais alguns dos nossos morreram…
Fugimos em uma de nossas naves…
Mas aqueles malditos sabotaram nossa nave…
Perdemos o controle… Vagamos no Nether, perdidos, achei que nosso fim realmente tinha chegado…
Mas não chegou…
Em mundo apareceu em nossa frente…
Nossa nave passou a se despedaçar enquanto adentrávamos no novo mundo…
A parte aonde eu estava se separou do restante…
Alguns dos nossos caíram no nada, me veio todas as lembranças ruins que já tive…Não me lembro de nenhuma realmente boa até ali.
Era o meu fim pensei… Novamente tudo ficou preto…
Água… Som… O som de água… O som do mar… Era o que ouvi quando acordei… Tudo turvo, não enxergava bem, minha visão melhorou, Vi vermelho novamente…
Mas era a cor da terra… Ela realmente era vermelha… Era quente, muito mais quente do que eu era acostumado…
Me levantei… E vaguei, agora realmente exilado, sozinho… Sem saber aonde estava… Sem saber nada…
Sentia dor… Suportável.
Andei dias…
Bebi água que não sabia se podia beber…
Comi criaturas e plantas que não sabia se poderia comer.
Estava a sombra de uma arvore em uma savana estranha, vermelha também, quando ouvi risadas… Espionei… Reconhecia o tom destas vozes… Orcs! aqui também!
Eram dois, pareciam distraídos com sua comida, o sangue veio a minha cabeça… Queria mata-los, somente isto que eu queria…
Estava desarmado, e minhas feriadas ainda não estavam curadas.
Esperei…
A noite parecia que chegaria logo.
Fiz um machado improvisado dos ossos das criaturas que matei para me alimentar… Me espreitei nas sombras…
Um caiu sem nem ver o que aconteceu… Senti prazer em ver seu sangue escorrer pelo chão… Muito prazer…
O outro sacou seu machado e me golpeou com violência…
De nada adiantou, pois já estava sem o braço quando seu machado desceu.
Em um movimento parti sua perna para que não fugisse, o amarrei com cordas que o morto carregava, cauterizei da forma mais dolorida possível sua ferida para que não morresse por perda de sangue.
Fiz perguntas, sabia sua língua, não respondia… Lhe abria uma ferida e o via rugir de dor com muito prazer.
Tinha a noite inteira para continuar… Gostava de fazer isto…
Então chegou a hora que implorou para morrer… Não aguentava mais.
Me falou que aqui era uma savana conhecida como The Barrens…
Era território da horda, e eu estaria morto logo, enquanto ria e agonizava ao mesmo tempo.
O trespassei com um osso que havia afiado em seu pulmão…
Deixei que morresse afogado em seu sangue, esperei até seu ultimo suspiro chegar, queria o ver morrer lentamente.
Peguei seus equipamentos, os adaptei o mais rápido possível para mim.
Um deles carregava uma bússola, não sabia para onde ir… Fui para norte.
Passei alguns dias caminhando, não sei se foi sorte ou azar não encontrar mais nenhum Orc no caminho.
Cheguei em uma floresta, era muito bonita, com seus tons que variavam de musgo a purpura.
Ouvi um som… Marcha…
Me escondi rapidamente, e logo surgiram pelo que pude contar cerca de trinta Orcs, bem armados e sem dúvida preparados.
Não podia enfrenta-los… Não sozinho… Mas estava morto… Por que não enfrentá-los? Matar o máximo que poder e livrar este mundo desta praga.
Me preparava para o ataque suicida quando uma flecha que nem ao menos vi de onde veio atingiu o primeiro da fila.
Os Orcs se amontoaram em um círculo uns de costas para os outros, sem dúvida sabiam de onde a flecha veio mais pareciam preocupados, foi quando mais flechas agora de todos os lados vieram.
Se defenderam com seus escudos… Quando um grupo de mulheres de pele púrpura correram até eles montadas em tigres com armaduras rugindo de fúria.
Estavam em menor número, mas lutaram assim mesmo, vi minha chance, o inimigo de meu inimigo é meu amigo.
Sai de meu esconderijo, corri enlouquecido, decepei a cabeça de dois Orcs no meu caminho, elas lutavam bem, foi quando o tigre de uma das que estavam montadas foi atingido e caiu sobre a mestra.
O tigre não podia sair de cima dela… pois estava morto…
Um Orc correu para ela para aproveitar a oportunidade, estava sobre o tigre morto com o machado levantado quando sentiu que seu torso e suas pernas não estavam mais conectados perfeitamente, e ali caiu morto.
Então todos os Orcs estavam mortos…
Removi o tigre de cima dela e dei minha mão para que se levantasse…
Era linda… Tão linda como qualquer mulher de minha raça.
Pronunciou alguma coisa em um língua que não compreendi, e logo a frente se ajoelhou sobre minha frente.
Acredito que suas palavras eram de gratidão por ajudar.
Foi quando ela notou o sangue que escorria por mim, que nem eu mesmo senti o ferimento.
Me levaram para sua vila e lá me trataram.
Com uma magia diferente.
Algo que nunca vi, parecia vir da natureza.
Não tinha para aonde ir… Então lá permaneci.
Aos poucos comecei a aprender sua língua, era complicada mais não era difícil.
O nome da raça delas era Kaldorei ou Elfos da Noite.
O nome daquela que salvei era Kaelena, viramos bons amigos.
Ela me falou que viu fogo cair do céu para oeste.
Tinham medo de ser os “Demônios” como diziam.
Mas sem dúvida era a nave de meu povo.
Precisava ir para lá, procurar sobreviventes.
Kaelena e mais algumas das elfas da noite vieram comigo.
Passamos dias viajando.
Falei que meu povo era exilado de seu mundo e sobre a traição dos Orcs.
Ela me falou que os Orcs trouxeram devastação as florestas de Kalindor e os Elfos da Noite não permitiriam tal sacrilégio.
Me falou de Elune, a deusa lua. Sobre os humanos que já batalharam muito contra os Orcs e que agora eram aliados dos elfos, me falou do sonho esmeralda e o motivo de existir apenas mulheres como as guardiãs da floresta.
Chegamos em uma cidade portuária que chamavam de Auberdine.
Então pegamos um navio.
Muitos olhavam com desconfiança para mim, Kaelena me disse que era por que eu parecia com os demônios que os atacaram a muito tempo, mais que mesmo assim eu era diferente e meu coração era puro pois podia sentir.
A viagem durou algumas horas e então chegamos a uma das coisas mais incríveis que já vi em minha vida. Uma árvore gigante… realmente gigante… Nunca vi nada tão colossal.
No porto havia um teletransporte mágico que nos levou até o topo.
Lá Kaelena me levou até o templo da lua e falou com algumas guardas.
Logo a guarda entrou e disse que não demorava, Kaelena me disse que pediu uma audiência com Tyrande Whisperwind a líder dos elfos da noite.
Ela própria veio até mim.
Lançou uma magia sobre mim, e então sorriu parecendo aliviada e disse que eu não era da legião. Me perguntava apenas, o que é a legião?
Conversamos por horas, expliquei o que aconteceu com nosso mundo, sobre o mundo dos Orcs e sua traição.
Ela me falou sobre a legião, Kil’jaeden, Archimonde.
Expliquei que já ouvi o nome de ambos e que na verdade fazemos parte de uma mesma raça.
Porém fugimos quando o Profeta percebeu sua corrupção perante Sargeras.
Então entenderam o por que eramos parecidos.
Tyrande concordou que devíamos encontra o local da queda da nave que me trouxe até este mundo.
Que poderíamos ser aliados contra um mal em comum.
Tyrande em pessoa partiu em um dos 4 navios que cruzaram o mar para o Oeste em busca do local da queda.
Passamos um semana no mar quando chegamos em uma Ilha chamada de Azuremyst.
Ainda havia fumaça… Já fazia muito tempo desde a queda.
Chegamos lá e encontramos sobreviventes, muitos em situação deprimente… Beirando a morte.
A magia de Tyrande foi incrível, trouxe muitos da bera da morte a vida perfeita em instantes.
Aonde a nave caiu em seus destroços estava sendo feita uma cidade… Sem dúvida nosso novo lar.
Graças a minha presença Tyrande foi bem recebida, fiquei aliviado em saber que o profeta estava vivo.
Ele e Tyrande conversaram por horas, até que finalmente uma aliança foi formada.
Muitos elfos da noite vieram para a ilha nos ajudar.
Kaelena estava sempre ao meu lado, já olhava diferente para ela, como ela olhava para mim.
A notícia que nossa raça havia chegado a este mundo e que éramos inimigos dos Orcs se alastrou rapidamente.
Logo Humanos, Anões e Gnomos desembarcaram em nossa ilha para oferecer sua ajuda.
Então nós os Exilados encontramos amigos em um mundo de caos.
Passamos a nos chamar de Draenei, que significa “Exilados” em nossa língua.
Aprendemos a língua dos humanos que parecia ser a mais falada no mundo.
Em uma noite Kaelena veio até mim e disse que precisava partir com lágrimas nos olhos.
Precisava voltar para Ashenvalle para proteger a floresta dos Orcs.
Disse que eu devia ficar com o meu povo que tanto procurei.
Então ela se virou de costas para mim…
Eu disse.
“Para mim o que importa é que meu povo esteja seguro, já tenho um lugar para ir e alguém que quero ao meu lado.”
Ela deu um suspiro para dentro, a peguei pelo braço e a beijei.
Disse que desde quando jovem, muito jovem, não tinha boas lembranças. E que ao seu lado formei boas lembranças e quero formar mais.
Ela chorou…
Primeira vez que a vi chorar desde que nos conhecemos a cerca de quatro meses, me abraçou e disse que queria estar ao meu lado.
Apenas a abracei de volta e disse.
“Estou ao seu lado”.
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Comentem o que acharam ai por favor!!!
Este é o meu primeiro conto ^^
Excelente conto, aguardo continuações. Bem envolvente a narrativa, parabéns, abraços!!!
Muito obrigado!!!
Ai gradesh mando bem … Fico bem legal e apenas 1 erro de portugues hehehehehehehe. parabens
Obrigado cara!
E olha que revisei >.<
O conto está realmente MUITO bom, parabéns… MAS como sempre farei minhas resalvas. Em primeiro lugar, você deveria construir paragrafos, você muda de linha a cada ponto, isso torna a leitura um pouco ruim de se fazer, e em segundo lugar eu constatei algumas pequenas inconsistências:
Os orcs não eram um povo voltado para a guerra quando os draeneis os conheceram, eles eram shamanistas, apenas caçavam o que precisavam, e combatiam os ogros. Só MUITO posteriormente que eles uniram os clans para formar a maquina de guerra e destruição que foi a primeira Horda. Além disso orcs e traeneis mantinham relações distantes, apenas trocavam produtos, mas eles não se misturavam, quanto mais formar uma aliança.
Você não comentou sobre o reinado dos demônios entre a destruição de draenor e a reabertura do portal perante o illidan. Nem do reino do “Traidor” que começou pouco antes dos draeneis vazarem para azeroth (onde eles tinham ouvido falar que mortais conseguiram derrotar a burning legion DUAS VEZES).
Os draeneis, melhor que ninguem, conheçem MUITO bem os “da’emons” (a palavra é orquica, os draeneis usavam outro termo antes, mas eu não me recordo). E o nome “draeneis”, vem de MUITO antes deles virem para Azeroth, quando eles CHEGARAM em draenor já se chamavam de draeneis (tanto que batizaram o plano de exilio).
Bem eu coloquei o ponto de vista desde draenei especifico.
Bem sobre a aliança os dois não necessitam conviver para ter uma aliança. E os Orcs sempre foram MUITO mais guerreiros que os Draeneis hehehehe.
Mais furos acontecem né ;P
Bem sobre a pontuação, tentei colocar como pausas longas entre a narrativa. Mais se a leitura realmente ficou cansativa é melhor eu rever isto ^^
Muito obrigado pelo comentário ^^
Excelente conto, meus parabêns, os erros são insignificantes, o vocabulário foi bem claro e preciso, a narrativa foi bastante envolvente e por fim, adorei a estória com muita ação e uma pitada de romance.
Parabêns;mas por favor esse não é o fim certo?
Esperamos continuação :)
Bem fiz este conto para ter um começo meio e fim.
Então é para realmente ter terminado ai, quem sabe posso fazer uma continuação mais acredito que seria melhor fazer algo novo com outra raça da Ally (minha total preferencia (talvez anões ou gnomos ;P)) ou até horda com uma história dos Trolls (única raça que não odeio da horda e mato só em momentos de stress ;P).
Obrigado pelo comentário ^^
Um conto muito bem bolado e envolvente… acredito que seja um dos melhores contos já postados aqui no Portal! Parabéns!
Muito obrigado!!!!
Pretendo fazer mais ainda ^^
Tenho uma mente fértil hehehehehe
Exelente conto, muito envolvente. muito bom mesmo.. continue assim.
Mas ca entre nós, que draenei sanguinário.. sangue nos zóio mesmo..
Vingativo °W°
muito bom o conto, a unica coisa que ficou mais ou menos foi oq panon disse sobre os paragrafos, ficou meio uqe parecido com poesias, e achei muito legal que foi sobre Draines, ninguem numca postou nada deles aqui!!
flwss
Opa obrigado!!!
É que gosto de dar estas pausas mais como reclamaram que fica cansativo vou mudar isso nas próximas ^^
mt bom
bah cara nao da pra acreditar num conto desse muito bom
Cara muito bom, espero novos contos. Como você mesmo falou, esse conto possui começo meio e fim e não vai dá pra fazer uma continuação nele. Continue criando contos, continue fazendo sobre raças da Aliança de preferência.
O lance das linhas… eu achei estranho no começo, não ruim… Se você não tiver pressa na hora de ler e fizer uma pequena pausa em cada linha o texto fica mais dramático, mais interessante.
Eu não sei muito sobre a Lore do jogo, li uma vez quase toda mas faz muito tempo e não me lembro de muita coisa, estou acessando o blog pela primeira vez hoje, sou leitor do World of Warcraft Brasil e a partir de hoje do Portal WoW também.
Gradash, parabéns pelo conto e o pessoal do blog parabéns também por ter um espaço para contos tão bom.
Valeu.
Historia de Ally com sempre "delicados" boa narrativa, mais uma vez Horda forevá somos destruidores de familia estrupamos sua mae e seu pai, e vamos destruir essa porra que voces chamam de lar.
FOR THE HORDE!!!!!!!!!!!!