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	<title>Portal WoW &#187; Contos!</title>
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	<description>Porque no WoW Também têm História!</description>
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		<title>Conto &#8211; A Corrupção da Ordem e o Caos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 00:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gradash</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos!]]></category>

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		<description><![CDATA[Um conto sobre uma lenda não contada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://images2.wikia.nocookie.net/__cb20060802193444/wowwiki/images/thumb/1/12/Eredar2.jpg/450px-Eredar2.jpg" alt="Os eradar antes da corrupção" width="270" height="360" /></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><strong>Meu povo sofre&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong>O frio e a fome toma conta de todos e minha dor é grande por isso&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong>Meus irmãos sofrem da mesma dor que sinto em meu peito. Meu irmão Velen hoje vê apenas nuvens do que antes era apenas explendor&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong>Naaru não mas aparece em meus sonhos e meu medo é grande perante o futuro de meu povo.</strong><strong><br />
</strong><strong>Sou Jaeden, líder de meu povo com meus irmãos Velen e Archimonde. Somos os Eredar de Argus.</strong><strong><br />
</strong><strong>A muitas eras nosso povo era feliz e próspero, porém hoje o medo e as incertezas pareiam em nossas mentes em nossos sonhos ou pesadelos.</strong><strong><br />
</strong><strong>Em um dos dias mais sombrios ele veio até nós, Sargeras, olhou para nós em sua bela forma, palavras doces vinham dele&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Pobres sois agora em viver em agonia e medo de tudo que vem do futuro que os aguarda. Porém seu medo não mais terá propósito, pois estou a trazer o explendor que sua raça em uma era teve.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Em um minuto de silêncio ele parou, e após seguiu&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Sou Sargeras, sou o maior entre os grandes Deuses que se chamam Titans, ao caos trago harmonia e beleza, e a beleza trago explendor, aqueles que vocês um dia chamaram de Deuses os abandonaram, porém aqui estou agora para única em minha vontade, trarei a vós o que tanto um dia tiveram&#8230;&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Por que viera até aqui, Sargeras, por que viestes até nós os Eredar?&#8221;. Disse meu irmão Velen.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Sargeras ficou um tempo em silêncio, porém logo o silêncio desapareceu em suas belas palavras&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Como havia dito, trago puramente a harmonia ao caos.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Sargeras então levantou seu braço direito e seus mantos brancos cintilantes balançaram no vento de uma forma limpa e bela, a ponta de sua mão estava nossa colheita, morta pelas terríveis desgraças, que nos assolaram em eras, em um segundo uma luz brilhou bela, e no outro nossa colheita estava linda, seus braços se ergueram aos céus e novamente a luz veio e nosso céu que estava novamente lindo como em uma era já esteve.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Isto é apenas uma pequena prova do que posso trazer a vós, sou ilimitado, e tudo posso se assim desejar.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Mas o que desejais que façamos meu senhor para que possamos retribuir pelo que fez a nós agora?&#8221; Disse eu enquanto me ajoelhava e era seguido por meus irmãos.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Apenas devem me seguir, me ajudarão a trazer a ordem a este mundo de caos, meus irmãos estão contra minha harmonia e minha criação, se unam a minha legião que trará a ordem ao caos criado por eles&#8230;&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;E como poderemos fazer isso meu senhor? Não temos o poder que o senhor possui.&#8221; Disse meu irmão Archimonde.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Como disse trago a harmonia ao caos e posso trazer a harmonia aos seus corpos caóticos. Darei-os tempo à pensar, voltarei em alguns dias e uma resposta irei de exigir de vós.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Então Sargeras ergueu suas mãos ao vento novamente e em um movimento suave uma grande luz brilhou e ele desapareceu, porém, nosso mundo cinza uma vez mais teve cores, vi o sorriso de meu povo, era tudo que mais queria.</strong><strong><br />
</strong><strong>Dias se passaram e cada vez mais espalhava-se as palavras de Sargeras. Em um dia, Velen veio até mim e me disse.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Jaeden, meus olhos se abriram uma vez mais, a nuvem que estava sobre minha mente desapareceu, e eu vi o que nos espera.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;E o que viu meu irmão?&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Nosso povo estava em trevas, muito piores que a que estávamos antes da vinda de Sargeras, ele não é confiável. Não devemos deixar de confiar em Naaru, Sargeras está mentindo para nós.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Não seja tolo meu irmão, não vê o que Sargeras fez com nós? Nos livrou da fome, das doenças, trouxe ordem ao caos que aqui pairava.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Não posso negar o que vi meu irmão&#8230;&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Sua visão pode estar turva, meu irmão. Naaru nos abandonou a própria sorte e desgraça, e agora Naaru pode estar nublando sua visão contra Sargeras e contra seu próprio povo.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Não diga tolices Jaeden! Minha visão nunca esteve errônea, e não é agora que estará. Não devemos confiar nele.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Estava com um pouco de fúria de meu irmão, para não o fazer mal me retirei então&#8230; Então ele voltou, sua bela forma estava novamente ali perante nós. Ele estendeu sua mão a nós e pediu que a tocássemos e então nosso pacto estaria feito, eu e Archimonde então o tocamos e sentimos o poder e a beleza correr por nós, porém Velen se recusou.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Por que recusas profeta?&#8221; Disse Sargeras em tom ameno.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Não creio que devo trair aquele que sempre segui meu senhor, agradeço o bem que nos trouxe, porém, não poderei segui-lo&#8230;&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Sargeras ali se levantou, estava menor que antes porém ainda era maior que nós, acredito que ele podia mudar seu tamanho ao seu béu prazer.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Não o forçarei a me seguir jovem profeta, apenas olhai para o poder que dei a seus irmãos e decida, então novamente voltarei e lhe darei minha mão e escolheras se vais recusar ou aceitar minha benção&#8230;&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Então Sargeras desapareceu em uma grande luz branca, sentia o poder que Sargeras tinha me dado, meu irmão Archimonde sorria e brincava com o poder da criação que obteve.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Por que recusou meu irmão, veja este belo poder, nosso povo não mais vai precisar sofrer.&#8221; Disse eu a Velen.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Sois tolo meu irmão&#8230; Pois tudo tem seu preço&#8230;&#8221; Então neste momento vi olhos tristes no rosto de meu irmão enquanto ele saia em passo lento.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>O poder era algo incrível, belo, aos poucos aprendia sobre o presente que Sargeras me ofereceu, aprendi que como Sargeras fez eu também podia, aos poucos dei poder ao meu povo como Archimonde também o fez. Velen estava triste, e pensativo também&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong>Com o poder de criar também veio o poder de destruir, o sentimento de criar era tão bom ao de destruir&#8230; Sinceramente, com o tempo o de destruir até se tornou melhor. Meu irmão cada vez estava mais triste em seus olhos.</strong><strong><br />
</strong><strong>Em uma noite Sargeras veio até mim em meus sonhos e disse&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Seu irmão trama contra mim e contra vós e seu povo me caro Jaeden, ele teme o poder que vós obteve, inveja talvez, ou apenas medo.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Não meu senhor, meu irmão não faria isto, meu irmão ama meu povo tanto quanto eu amo.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Se assim acredita, então assim se manterá meu jovem Jaeden. A partir de hoje serais o líder único dos Eredar, para que um povo seja forte ele deve ter apenas um líder, vim ao sonho de Archimonde esta noite também, e ele concordou que vós sois o melhor para esta tarefa. Logo estará em tempo de me servir meu jovem Jaeden, serais meu general, serais minha vós, e assim levará minha palavra e minha ordem aonde quer que estejas.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;E como posso trazer sua ordem meu senhor?&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Meus irmãos trazem o caos e para isto devemos destruir este caos para então eu poder trazer a ordem. Não terás o poder suficiente para trazer minha ordem completa, porém terás o poder de destruir o caos de meus irmãos.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;E quanto a meu irmão Velen meu senhor?&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Quando acordares de seu grande sono saberás meu caro Jaeden. E agora serais conhecido pela acunha de Kil&#8217;Jaeden.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Meus olhos então se abriram na luz do dia, o vento assobiava em um dia que voltará a estar cinza.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Vistes meu irmão?&#8221; Falou Velen ao me ver.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;O que acreditas que eu vi meu irmão?&#8221; Me dirigi a Velen.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Nosso mundo decai. A beleza que Sargeras nos trouxe não mais é tão bela.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>As tempestades caíam porém não realmente me importava.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;E qual o problema meu irmão? Temos o poder, temos a dádiva do grande mestre. Temos a tarefa que ele nos deu.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Seus olhos estão cegos meu irmão! Este mundo não mais vai sobreviver! Este é o fim que minha visão viu&#8230;&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Sois muito tolo meu irmão&#8230; Para que a harmonia permanente permeie é necessário que o antigo caos seja destruído, nosso mestre apenas modelou o nosso caos para vermos o que ele podia fazer. Agora chegou a hora de começarmos com o seu desejo!&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Fostes corrompido pelo mal de Sargeras meu irmão&#8230; Não tenho poder agora para impedi-lo, meu povo não será escravo de Sargeras meu irmão! Jamais permitirei que isto aconteça!&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Não somos escravos meu irmão, somos a legião que nas chamas trarão a ordem a este mundo de caos! Seremos uma Legião Flamejante&#8230;&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Então Velen ergueu seus braços aos céus e atras dele se ergueu uma grande montanha branca&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Esta é Oshu&#8217;gun, Naaru me revelou em meus sonhos o que veria a acontecer e me disse aonde estava e que nela então poderíamos escapar da mão de Sargeras.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Uma rampa surgiu atrás de meu irmão e ele se virou e passou a subir.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;VELEN! Nunca que permitirei que fuja!&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Em minha fúria lancei-me contra Velen, mas uma grande luz surgiu a minha frente e palavras ecoaram em minha mente&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Deixastes que o grande corruptor o controla-se jovem Jaeden&#8230; Sou Naaru e não permitirei que destrua meus filhos.&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Uma grande luz brilhou enquanto Oshu&#8217;gun levantava e desaparecia. Em minha raiva lancei muito do poder que o grande mestre Sargeras me ofereceu, para destruir Oshu&#8217;gun, porém Naaru parou meu poder e disse&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Não permitirei que venhas a destruir o restou dos Eredar jovem Jaeden&#8230;&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Meu nome é Kil&#8221;Jaeden! E não ouse pronunciar o nome de meu senhor!&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Então uma luz vermelha de meu poder reinou por tudo que ali existia e a destruição que Sargeras me ofereceu finalmente se tornou visível a mim e meus olhos, então finalmente acordei como meu senhor me previu.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>&#8220;Fostes aquele que mais eu vi a força para trazer a prosperidade aos Eredar meu filho&#8230; E fostes o primeiro a cair&#8230;&#8221;</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Ecoavam estas palavras em minha cabeça enquanto a forma de Naaru desapareceu em minha frente envolto ao meu poder de destruição. Nada restou alem de cinzas, Velen fugiu e agora senti que devia destruir aquilo que era nossa única fraqueza, eles que demonstravam a nossa fraqueza.</strong><strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Um dia novamente nos encontráramos, meu ex-irmã</strong><strong>o&#8230;</strong></p>

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		</item>
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		<title>Contos: Parn o cavaleiro da Sw,Parte I</title>
		<link>http://portalwow.com.br/2010/contos/contos-parn-o-cavaleiro-da-swparte-i/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 13:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kiddogalli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos!]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é minha primeira parte da história que concerteza haverá mais ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Viviamos no Condado Norte de Elwynn Forest eu Parn , meu pai Eddy e minha mãe Mary, ambos davam duro em que faziam para o nosso sustento , e eu? Apenas um jovem que gostava de curtir o melhor que a vida me dava para desfrutar.         Mas logo essa vida monotoma traria me susrpresas que jamais pensei um dia telas&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Era uma bela tarde de quarta-feira eu havia ido ao lado de meu pai ajudalo a trabalhar no arduo carregamento de troncos cinzentos, é um trabalho complicado pois troncos devem ser   escolhidos de uma forma detalhada como o feijão que analisamos antes de ir ao fogo em seguida ao estômago, no entando sinto orgulho de meu pai saber que aquele homem com suas proprias mãos cria uma cama onde muitos possa dormir uma cadeira onde muitos possa sentar-se e refletir ou até mesmo a mais humilde colher de palonde comemos o nosso pão de cada dia. O turno de meu pai acabou-se assim então ele agredeceu a Deus por mais um dia justo que vivemos.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Eu e ele estavamos juntos a voltar para casa,  no meio do caminho avistamos uma grande multidão aglomerada no centro do condado perto da igreja central, resolvemos aflorar nossa curiosidade assim fomos até la , não conseguia ver direito o que estava aconteçendo apenas vi um homem grande esbelto com uma armadura cromada que refletia nossas humildes faces, em seu escudo havia um simbolo em linhas douradas, era um leão e em sua bainha estava uma espada. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Todos olhavam para ele e cuchichavam entre si , o que sera ele? De onde vem ? Assim esse tal cavaleiro desceu de seu cavalo e se apresentou como Marshall o soldado da nobre</span></span></p>
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</div>

<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Elite De StormWind , após isso um soldado entregou  a Marshall um papel enrolados sobre fitas de bronze, nesse diz:</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'MV Boli'"><span style="font-size: large"> “Saudações nobres camponeses vóis sou o rei da terra em que cultivam suas sementes do dia, estou aqui para lhes pedir dedicadamente ajuda , pois soubemos que uma onda de ataques sobre nossos filhos e filhas estao ocorrendo em campos de batalha, Hordas de parasitas estao se unindo para concluirem o chaos a StormWind, unem-se a guarda” </span></span></p>
<p><span style="font-family: 'MV Boli'"><span style="font-size: large"> <span style="font-size: x-large">Rei Da Sw.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'MV Boli'"><span style="font-size: large"><span style="font-family: Cambria, serif"><span style="font-size: x-large"> </span></span><span style="font-family: Narkisim, sans-serif">Assim o texto se acabou, todos olharam um para face do outro e se peguntaram reagir ou não ?</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Marshall interrompeu aquele momento de pressão logo se expôs falando novamente com o publico. </span></span></p>
<ul>
<li>
<ul>
<li><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Eu 		e meus guardas passaremos o dia de hoje e o de amãnha neste 		condado , como percebemos ondas de vingança, ódio e desprezo esta 		sobre nossas almas e os malditos vermes da Horda estão calsando 		esse tal fato!!</span></span><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Todos  		se quietaram …</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Um dos guardas soltou um alto e bom grito.</span></span></p>
<ul>
<li>
<ul>
<li><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Que 		começem os alistamentos!</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Após tal acontecimento eu e meu pai continuamos nosso caminho para casa.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Ao anoitecer sentei na velha cadeira que havia em nosso sobrado apoiei meus pes no cercado e avistei ao longe os cavaleiros a trabalhar sentados em uma mesa apenas com a pena ea tinta na mao , a escrever o nome daqueles que com honra daram suas vidas em guerra.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Depois de um tempo tomando o gélido frio da noite entrei para casa sentei-me ao lado de meu pai e de minha mãe em ambos o silencio era demonstrado. Foi quando meu pai comentou algo:</span></span></p>
<ul>
<li>
<ul>
<li><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Filho 		o que achas de tal fato</span></span></li>
<li><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Dizes 		sobre os guardas?</span></span></li>
<li><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Sim, 		percebi que algo mudou em você</span></span></li>
<li><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Eu 		apenas estava pensando , o que será o futuro de vossa familia ? De 		vossos filhos e netos que iram a vir para o mundo.</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> O silêncio permaneceu apenas escutava a fogueira queimando as madeiras.</span></span></p>
<ul>
<li>
<ul>
<li><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Se 		queres uma vida no mundo a fora não irei lhe impedir</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Neste momento uma lagrima do rosto de minha mãe escorreu.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Ela falou um boa noite trêmulo e foi se deitar , eu e meu pai olhamos um para os olhos do outro ele levantou-se da cadeira e foi se deitar ao lado de sua amada.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Acordei, meu pai e minha mae já haviam se levantado, passei em frente a janela e avistei os guardas ainda estavam la, coletando dados do povoado.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Comi meu pão e bebi meu vinho, me arrumei com o mais belo   manto que havia em nosso guarda roupa,tranquei a casa e assim fui em direçao aos soldados de Sw , havia uma mesa onde dois soldados estava ao lado dessa, e sentado estava o grande homem dito de Marshall, assim se chegou minha vez estava trêmulo e suando pensando se estava fazendo o certo para o futuro de minha familia.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Marshall falou com uma voz digna de um locutor:</span></span></p>
<ul>
<li>
<ul>
<li><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Quais 		seres teu nome jovem garoto?</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Respondi com confiança …</span></span></p>
<ul>
<li>
<ul>
<li><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large">Parn 		Bride Loul filho de Eddy Bride e de Mary Loul</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> A letra de Marshall sobre o papel se apareceu em belas gravuras olhei meu nome e sorri, era sentimento que nunca havia sentido antes&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> O tempo passou eu havia ido pescar na nascente perto de nossa casa,é quando escuto o bater do sino na igreja central do condado, fui até la para ver o acontecido.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Havia bastante pessoas no gramado , no entando vossa senhoria o prefeito e o Marshall se destacavam em cima  de um palco. Marshall pediu a atençao de todos , ele explicou certas coisas sobre a Sw e sobre a Alliança , mas o principal explicou que a partida seria hoje ao entardecer, fiquei entusiasmado, hora chegou&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> Arrumei minhas coisas coloquei em uma velha bolsa, despedi de minha mãe  e de meu querido pai abraçei-os, senti lagrimas ambos os dois em meus ombros, eles me levaram até o centro do condado Marshall estava de partida ele ditou linadas palavras para nós , beijei o chão de meu condado levantei-me e parti junto aos outros.</span></span></p>
<ul>
<li></li>
</ul>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Narkisim, sans-serif"><span style="font-size: large"> </span></span></p>
<ul>
<li></li>
</ul>

<div style="font-size:0px;height:0px;line-height:0px;margin:0;padding:0;clear:both"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Gerações de Honra 7: A Batalha de Ironforge</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 16:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saiden</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos!]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuição]]></category>
		<category><![CDATA[Contos! Gerações de Honra]]></category>
		<category><![CDATA[Galdor]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Paladino]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse conto faz parte de uma grande história que eu escrevi e continuo escrevendo. Fala de uma das primeiras batalhas de Galdor, como um guerreiro ainda no final da segunda guerra, muito antes do nascimento do seu filho Saiden. “Está decidido, Iorick e Heian ficam com o garoto esperando as tropas enquanto o resto de nós sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div><em>Esse conto faz parte de uma grande <a href="http://portalwow.com.br/2010/contos/geracoes-de-honra-a-luz-salvadora-e-os-trolls-do-gelo/#" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fportalwow.com.br%2F2010%2Fcontos%2Fgeracoes-de-honra-a-luz-salvadora-e-os-trolls-do-gelo%2F%23','hist%C3%B3ria')">história</a> que eu escrevi e continuo escrevendo. Fala de uma das primeiras batalhas de Galdor, como um guerreiro ainda no final da segunda guerra, muito antes do nascimento do seu filho Saiden.</em></div>
<div><em><br />
</em></div>
<p>“Está decidido, Iorick e Heian ficam com o garoto esperando as tropas enquanto o resto de nós sobre com o mineiro” diz o batedor.</p>
<p>Galdor Alliana e Aramill seguem para o túnel escuro com uma velha tocha que lhes dá uma iluminação muito precária. O velho Ormer fala: “Andem rápido e cuidado com a cabeça, vocês Humanoos e elfos são  compridos demais para andar em túneis.” Alliana faminta e estressada não tarda em falar: “Não seria você bai&#8230;..” Galdor novamente a interrompe dizendo: “Evite discussões desnecessárias” “Quem você pensa que é, reles Humanoo?” A elfa grita e complementa: “Se não fosse por um maldito pacto feito por nossos ancestrais eu não estaria aqui, imunda e faminta cercada de inúteis lutando por pântanos e montanhas que não pertencem ao meu povo.” “Se é tão superiora assim elfa, por que não sobe sozinha e dá cabo dos orcs pra nós e demonstra sua superioridade élfica para meu povo que vive nas montanhas.” Fala o velho anão num tom de sarcasmo.</p>
<p>O batedor observa tudo e fala: “Quanta perda de tempo” Galdor completa: “Concordo, guardem seus rancores para os orcs, será mais útil do que&#8230;.” Galdor interrompe seu próprio discurso para ouvir o que lhe parecia ser passos vindo do caminho acima. Antes que pudessem pensar em algo, um machado de pedra extremamente afiado crava no ombro esquerdo de Galdor, que de dor deixa seu escudo cair. “Fiquem atentos, argh!” fala o jovem soldado vendo seu ombro sangrar.</p>
<p>Ormer numa tentativa de localizar os trolls gira para todas as direções com a tocha e consegue apenas ver vultos. “Droga, malditos trolls estão nos cercando, vamos sair daqui rápido. Alliana ajuda Galdor a se recompor, sem dizer uma única palavra sequer e eles seguem adiante o mais rápido que podem até a elfa ser ferida de raspão por uma lança vinda da escuridão logo à frente. O batedor arremessa uma de suas adagas e ouve ou grunhido vindo das sombras.</p>
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</div>

<p>Dois trolls se aproximam ferozmente e uma batalha desesperada pela vida se inicia no estreito túnel. Quando o segundo troll cai ante aos golpes certeiros de Galdor e Alliana, mais quatro trolls aparecem nas suas costas e ferem o braço esquerdo do anão que por muito pouco não derrubou a tocha. Usando suas ultimas forças, o grupo em séria desvantagem usa tudo o que lhe resta para sobreviver.</p>
<p>Quando o anão achou que sua vida seria tirada por uma lança troll ele vê a cabeça do seu oponente saltar e cair do corpo. Ele observa com calma, vê um grande contingente de soldados Humanoos espremidos no túnel e entre eles o jovem anão com a tocha mágica, iluminado o local com bastante intensidade. “Vamos homens a hora é essa, os orcs estão recuando, vimos um grande batalhão indo em direção aos portões de algaz, seguido de perto por nossa cavalaria. Pela aliança!!!”Essas são as palavras do obstinado capitão Danath Trollbane. Em um dia de jornada pelo túnel escuro Danath e sua tropa de pouco mais de duzentos homens chegam a Ironforge pelas cavernas de forlorn. A cidade está numa grande agitação.</p>
<p>Alguns gritam “Os portões estão cedendo, é o nosso fim”. Rapidamente o capitão pede para ser levado na presença do rei enquanto ele passa instruções rápidas a um velho mago, um paladino e a um ranger. O nosso intrépido grupo, agora integrado ao grande batalhão da aliança segue na direção do que lhes parece à entrada da cidade anã. Ao chegarem próximos a entrada, o paladino, portando uma armadura pesada um martelo e um escudo pergunta em alto em bom som: “Todos estão bem fisicamente?” muitos dizem sim, mas Heian grita: “Hei grande líder, meu amigo aqui tem um ferimento feio no ombro, você pode fazer algo por ele?” referindo-se ao ferimento de Galdor. O paladino se aproxima e com sua mão direita ele segura o ombro do soldado e logo após um brilho dourado emana de lá. Logo que a mão larga o ombro a surpresa; a ferida foi completamente curada.</p>
<div>
<p>“Então esse é o poder da luz sagrada?” pergunta Galdor. “Sim esse é um dos dons que nos é concedido por termos fé na luz sagrada, se acreditas na luz e fores honrado poderá um dia também ter esses dons” completa o cavaleiro da mão de prata. “Posso saber o nome daquele que me sarou?” pergunta respeitosamente Galdor. “Meu nome é Saidan espero poder conversar contigo em uma hora mais oportuna, fique firme e tenha fé, assim venceremos.” Responde calmamente o paladino. Por um momento Galdor sentiu que de alguma forma, tanto esse homem que acabara de lhe curar, quanto aquele outro que lhe salvara na patrulha nas planícies, tinham uma fé, uma confiança quase inabalável, e que através dela eles eram capazes de realizar inúmeras façanhas em prol da bondade e da justiça e também desejou aqueles dons pra sim mesmo sem entender como era o caminho a ser seguido.</p>
</div>
<p>Continua&#8230;</p>
<p><em><br />
</em></p>

<div style="font-size:0px;height:0px;line-height:0px;margin:0;padding:0;clear:both"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Gerações de Honra 8: A Batalha de Ironforge 2</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 16:16:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saiden</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos!]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuição]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse conto faz parte de uma grande história que eu escrevi e continuo escrevendo. Fala de uma das primeiras batalhas de Galdor, como um guerreiro ainda no final da segunda guerra, muito antes do nascimento do seu filho Saiden. A BATALHA INICIAL, E OS ESCRITOS PERDIDOS DE ULDAMAM “Grande rei Magni, abra esses portões e deixe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div><em>Esse conto faz parte de uma grande <a href="http://portalwow.com.br/2010/contos/geracoes-de-honra-a-luz-salvadora-e-os-trolls-do-gelo/#" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fportalwow.com.br%2F2010%2Fcontos%2Fgeracoes-de-honra-a-luz-salvadora-e-os-trolls-do-gelo%2F%23','hist%C3%B3ria')">história</a> que eu escrevi e continuo escrevendo. Fala de uma das primeiras batalhas de Galdor, como um guerreiro ainda no final da segunda guerra, muito antes do nascimento do seu filho Saiden.</em></div>
<div><em><br />
</em></div>
<div>
<h2>A BATALHA INICIAL, E OS ESCRITOS PERDIDOS DE ULDAMAM</h2>
<p>“Grande rei Magni, abra esses portões e deixe minha guarda de elite, os punhos de sangue esquartejarem os malditos orcs e trolls de uma vez por todas, as sobras deixaremos pra vocês e para as tropas que estão vindo pela estrada principal.” Danath fala num tom que pode ser ouvido por quase meia cidade. O rei impaciente responde “Organize seus homens que meus irmãos organizarão os nossos, ai sim mandarei abrir os portões para liquidar esse cerco de uma vez, e não demore!” Os portões já apresentavam sinais que não durariam muito mais e os orcs percebendo o tempo de cerco já era muito grande, viram que ao entrar encontrariam soldados provavelmente abatidos e com fome. Rapidamente os homens da guarda de elite de Stromgarde se posicionaram próximos ao portão da cidade, a primeira linha formada pelos oito mais antigos guardas, bem armados e dispostos a perder a vida numa luta honrosa em nome de sua nação e seu povo. Logo em seguida, os outros homens se posicionaram, aqueles que de alguma forma atacariam a distância procuraram posições na retaguarda das tropas de contenção que ocupavam todo o corredor de entrada da cidade.</p>
<p>Pouco mais de dez minutos se passaram da conversa do rei com o capitão até que sua majestade dá a ordem: “Abram os portões!” e assim os portões que muitos achavam que iriam selar os anões de vez dentro das montanhas se abriram para por um fim no cerco orc.</p>
</div>
<div>
<p>“Venham monstros verdes, vocês todos juntos não podem comigo!!!” assim grita o capitão Danath, quase tão ensandecido quanto os orcs que sitiam a cidade anã. Enquanto isso no outro lado da cidade, o irmão do rei, o explorador Brann Bronzebeard se encontrava trancado na sua biblioteca que ficava em uma das salas da grande biblioteca da cidade. Ele está muito intrigado com os escritos parcialmente traduzidos, principalmente de um disco de pedra que possui uma seqüência de runas ao mesmo tempo familiares e estranhas. “Senhor a luta começou” grita um guarda do outro lado da porta. “Não me interrompa soldado” retruca Brann que a dois dias permanece na sala traduzindo os artefatos e levantando dados que possivelmente esclarecerão muito a respeito da história dos anões.</p>
<p>Nem mesmo os trajes de exploração ele tirou. Após traduzir trechos de alguns objetos que no fim não revelaram mais nada que pudesse ser acrescentado ao que ele já sabia Brann volta sua atenção para o disco. Pouco a pouco, ele reúne seu conhecimento junto com os de antigos manuscritos de seus ancestrais. Pouco a pouco ele decifra o disco e percebe que algo acontece com ele. Brann percebe que sua pele está ficando muito sólida como pedra. Ele se assusta, mas depois de entender o disco por completo, ele percebe que essa é uma habilidade dada pelos seus ancestrais de origem titânica para o povo que foi criado através das montanhas.</p>
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</div>

<p>Rapidamente, ele põe o disco em uma bolsa de couro, abre a porta e grita “Soldado, meu irmão Magni precisa receber isso agora, fale pra ele simplesmente tirar o disco e erguê-lo acima de sua cabeça” Mas senhor&#8230; “Não discuta, preciso fechar os acessos a biblioteca e liderar os atiradores. Vá agora.” O soldado corre em direção ao volume de soldados que gritam com o calor da luta, sabendo da personalidade do rei ele presume que sua majestade deve estar bem no olho do conflito, ou o mais perto possível. Infelizmente as tropas Humanoas não conseguem segurar os orcs na entrada da cidade por muito tempo. Os ogros magos, junto com um cavaleiro da morte que transforma qualquer corpo, seja ele aliado ou inimigo em um escravo morto &#8211; vivo ao seu comando começam a pesar na luta, obrigando as forças da aliança a recuar para o interior da cidade.</p>
</div>
<div>
<p>Galdor está numa linha intermediária e já golpeou alguns orcs e trolls, mas foi obrigado a recuar quando um ogro correu em sua direção. Aramill e Heian se juntaram aos grupos de atiradores que pouco puderam fazer devido ao receio de acertar seus próprios amigos devido ao número de aliados juntos num espaço tão estreito. Com a entrada da horda na cidade, os inimigos ficaram mais expostos aos tiros de canhões espingardas e carabinas dos anões, além é claro, das precisas flechas élficas, entre elas as de Alliana que já sonhava com o manto de ranger em seu ombro. A coesão das tropas estava sendo aos poucos desfeita devido à presença do cavaleiro da morte que além de ser um necromante, era bastante hábil no seu cavalo esqueleto, e com o seu cajado carregado de pura magia maligna. O rei Magni, Danath e o irmão mais jovem do rei, Muradin encaram juntos os ogros sem grandes complicações, mas eles ficam impedidos de conter o resto dos orcs e trolls que entram a cada instante. Entre eles, provavelmente o líder, entra na cidade com uma fúria quase indomável, com apenas um olho, o que não lhe faz falta nenhuma na batalha o orc conhecido como Killrog Deadeye lidera o ataque a Ironforge.</p>
<p>Em meio a tamanho caos da batalha o soldado que fora incumbido de levar ao rei o disco de pedra cai ante a um golpe certeiro de um orc que o acerta pelas costas. Antes que sua vida se esvaísse, ele agarra o pé de outro anão e diz “Entregue ao rei, é importante que ele er&#8230;&#8230;..” o jovem Iolaf que tenta apenas sobreviver tem algo em suas mãos que lhe parece ser muito importante para ser entregue ao rei. Essa era uma nova oportunidade de mostrar sua coragem e seu valor ante aos seus semelhantes.</p>
<p>Continua&#8230;</p>
</div>

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		</item>
		<item>
		<title>A Sociedade do Dragão &#8211; Capitulo um: A arena de Combate</title>
		<link>http://portalwow.com.br/2010/contos/a-sociedade-do-dragao-capitulo-um-a-arena-de-combate/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 16:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kar</dc:creator>
				<category><![CDATA[2º Sorteio]]></category>
		<category><![CDATA[Contos!]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuição]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um conto de um jogador de World of Warcraft, confira e também mande o seu!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p>Leia o prólogo desse conto http://portalwow.com.br/2009/news/a-sociedade-do-dragao-prologo-o-comeco/</p>
<p>Estávamos num dia tranqüilo, normal, chato, como todo qualquer, sendo escravos de Humanoos na Arena de Humanoos nojentos tal como o príncipe Seltor, um Humanoo loiro com olhos azuis metido a fodão que era desprezível, que queria nos ver enforcado,só por que eu o desafio e ele numca consegue me matar na arena , ele já tentou me matar fora dela só que se eu morre aquela porcaria de arena vai a falencia pois eu e o meu colega de batalhas Spektrus somos o lucro dela. Estávamos em um dia possível para morrer que por acaso e normal pra nos, horrível não, você acorda todo dia com a idéia que pode morrer, eu vivo aqui desde criança e já acostumei, pois eu sempre fui bom na luta, sou forte e não sei como não to morto hoje. Eu e meu parceiro de lutas estávamos lá e nosso trabalho ia começar: matar criaturas pra divertir gordos ricos com pele cor de rosa.</p>
<p>A faladeira tomava conta no palco ate que o apresentador começou falar e exibir nós dois com uma baboseira depois que ele acabou, e os portões se abriram três feras saíram, pareciam lagartos só que eram maiores, tinham seis pernas andavam arrastando com elas, e tinha uma coloração meio vermelha e laranja e tinha umas manchas verde água, sua pele era grosa, tinham escamas grandes e pontudas nas costas e seus olhos eram claros, eu olhei para os rostos deles pareciam que não comiam há dias, Seltor deixou-os sem comida por muito tempo para ter certeza que seriamos derrotados e estraçalhados na arena. O apresentador disse que eram Basiliscos Anciões, eu lá sei o que era aquelas coisas, o que importa é que eu e meu amigo tínhamos que matá-los para sobreviver e ficar mais um dia estressante na arena.</p>
<p>Depois da faladeira do apresentador, as correntes que prendiam eles foram soltas, Spektrus se virou para mim e disse que se houver um brilhos nos olhos não olhe e para não ser mordido por eles, nem deu tempo de pergunta porque ,eles já estavam quase na nossa frente ,corriam como mortos de fome.</p>
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</div>

<p>Eu usava um machado duplo grande e Spektrus usava uma espada em cada mão. Eu fiquei em posição de defesa, mas o bicho que estava na frente pulou em mim com muita força, os outros dois foram ate o Spektrus, à vantagem do elfo era que ele era rápido e conseguiu desviar dos ataques deles. Já eu sou mais lento que deu uma oportunidade para o monstro cair em cima de mim, e acabou que nos dois saímos rolando na arena e minhas armas acabaram ficando para traz. No final ele se encontrava em cima de mim quase me mordendo com aquela boca gigante, eu tentava enforcá-lo, mas sua pele era dura e ele tinha escamas afiadas, ate que ele mordeu meu ombro esquerdo, que doeu muito , com raiva eu apelei, peguei uma faca guardada na cintura e furei o olho dele sem dó. O bicho berrou me dando oportunidade de matá-lo, segurei seu pescoço e rolei de lado quebrando-o, finalmente a fera morreu, eu sorri e pensei menos um, e quando levantei fui pegar meu machado e meu braço esquerdo tava estranho, não se movia, eu não tinha controle, eu acabei de me lembrar o que Spektrus disse, entao gritei para ele:</p>
<p>_Spektrus porque o bicho não pode me morder?</p>
<p>_Ele tem um veneno de paralisia_ gritou ele ainda concentrado na luta.</p>
<p>_Paralisia?_&#8221; ih ferro&#8221; foi o que eu pensei.</p>
<p>_Mas por que você quer saber isso ag&#8230;_Ele não terminou a frase, percebeu o que aconteceu e virou pra traz e fez um sinal negativo com a cabeça dizendo_ Eu não acredito como você e tão burro! O que eu disse pra você, não deixa o bicho te morder, mas não o espertinho não me ouviu!</p>
<p>_Mas se nem me fala direito se você fosse mais especifico, sei lá!</p>
<p>_Especifico?? Rapa tamo no meio de uma luta se quer que eu mande como por cartinha de amor, oh que meigo, acorda seu orc gordo.</p>
<p>_Olha a língua seu&#8230;_Olha a língua o que?_ me interrompeu_ Ainda bem que não tem outro basilisco ai, se não se taria ferrado!_Então ele olhou atentamente atrás de mim fazendo uma cara de susto e gritou &#8220;Atrás de você&#8221;.</p>
<p>Percebi logo e me desvie rolando, e agora a coisa ia ficar feia, meu braço paralisado e um jacaré gigante na minha cola!</p>
<p>Eu não tinha um braço então tentei acertá-lo com meu machado, mas não dava pra usá-lo, só com uma mão ele era pesado, eu larguei o machado e fiquei desviando da besta pensando num plano ate que a ela parou cansada e seu olho começou a brilhar, meu corpo começou a ficar duro ai eu me lembrei do que Spektrus tinha dito “não olhe para os olhos quando eles brilharem”, eu tentei não olhar mas parde do meu corpo ficou petrificada como pedra, ai o monstro foi me dar um bocanhada , sorte que Spektrus percebeu e saiu correndo em direção a mim, quando ele estava chegando perto do basilisco o elfo freou abaixando pegando um pouco de areia no chão e jogou no animal,o bicho gritou usando as patas para coçar o olho e Spektrus o chutou deixando sua barriga para cima dando oportunidade de Spek fincar suas espadas na barriga que tinha uma pele mais fina que as costas,o bicho morreu engasgando sangue, e Spektrus chegou ate mim e me disse sorrindo:</p>
<p>_Se é fogo hein, ta sempre em apuros, parece uma donzela em perigo, só que verde e mais feia ui ui!!_E começou a rir!</p>
<p>Fiquei vermelho de raiva, e então vi outro basilisco atrás de Spektrus, era o bicho que ele tinha deixado para traz e acabou esquecendo ele para bem&#8230; Zoar comigo.</p>
<p>Minha petrificação tinha passado peguei meu machado no chão e joguei na testa do animal, foi forte que conseguiu atravessar a pele dura e o bicho morreu na hora.</p>
<p>_Olha só salvo pela donzela, que meigo. Da uma de gostosão, sorte que seu amigo foda te salvou, se ia virar churrasquinho de lagarto se eu não tivesse te salvado.</p>
<p>_Aquilo é um basilisco não um lagarto idiota!</p>
<p>Então começamos a birgar ate que fomos interrompidos pela platéia que gritou geral, esse era algo bom de da arena, nos éramos famosos, com o grito da platéia eu me empolguei e gritei para Seltor:</p>
<p>_Olha para a tristeza do grande príncipe Seltor eu to vivo, não é hoje que você me mata seu viado!_Em seguida levantei as mãos o povo gritou Kar Kar Kar então eu me senti estranho o chão se abriu e eu cai, mas os gritos de gloria não paravam Kar&#8230;Kar&#8230;kar&#8230;&#8230;kar  acorda seu orc gordo!!</p>
<p>A Sociedade do Dragão &#8211; Capitulo dois: A Fuga e o Confronto com os Humanoos</p>
<p>Era apenas um sonho, um sonho de Kar’Throng em um período que ele estava na arena, esse era um dos sonhos bons dele, não pareciam tão bons mas era bem melhor que seus verdadeiros pesadelos, desde que ele se entende por orc ele só se lembra das lutas sofridas das Arenas a sorte dele é que ele tem seu grande amigo, Spektrus, seu amigo que estava com problemas de acordar Kar, e ficou gritando ate que ele acordou.</p>
<p>_O que é elfo?_Falou o orc bocejando _ Isso é hora de me acordar!</p>
<p>_Ta na hora!</p>
<p>_Que hora?</p>
<p>_Da gente casca fora desse mato!</p>
<p>_Que mato?</p>
<p>Cara presta atenção, a gente marcou de sair daqui agora, se não os patrulheiros Humanoos vão nos achar!_ ele gritou sacudindo Kar!</p>
<p>_Ah é!_Ele voltou a dormir, ai veio um balde de água fria!</p>
<p>O orc pulou, quase quebrou a cara do elfo!</p>
<p>_Calma rapaz, foi o único jeito de te acordar.</p>
<p>_Ta, ai que merda, to todo dolorido, bem vou arrumar!</p>
<p>_Vai logo que já esta tarde</p>
<p>Depois Kar’Throng chegou para Spektrus todo pronto, então o elfo disse:</p>
<p>_Você tá acordado cara?</p>
<p>_Estou ne!</p>
<p>_Tudo bem, vamos andando normalmente, mas se houver sinal de Humanoos, ai iremos em silencio!</p>
<p>_E isso ai, finalmente nossa aventura ira começar!</p>
<p>_Sim Kar, nossa liberdade esta a poucos kilomentros vamos então!</p>
<p>_Vamos!</p>
<p>Os dois saíram da caverna que se abrigaram e macharam para o mato em um rumo sem fim querendo apenas liberdade!</p>
<p>Continua&#8230;</p>
<p>Bem, obrigado por lerem esse conto, ele é meu terceiro, eu não sou muito bom de escrever, por isso deve ter palavras repetidas, mas estamos aqui pra aprender essas paradas, espero que vocês gostem dele!</p>
<p>flwss</p>

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		</item>
		<item>
		<title>Gerações de Honra 6: A Luz Salvadora e os Trolls do Gelo</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 01:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saiden</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos!]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuição]]></category>
		<category><![CDATA[Galdor]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações de Honra]]></category>
		<category><![CDATA[Paladino]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conto de Galdor, pai de Saiden, um guerreiro em plena Segunda Guerra... Confira mais um conto de um jogador de WoW!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p><em>Esse conto faz parte de uma grande história que eu escrevi e continuo escrevendo. Fala de uma das primeiras batalhas de Galdor, como um guerreiro ainda no final da segunda guerra, muito antes do nascimento do seu filho Saiden.</em></p>
<p>Sem qualquer arma efetiva de combate a distância, nossos amigos se vêem encurralados entre uma caverna escura e instável, e alguns raptores famintos. Antes de terem qualquer chance de pensar em algo com clareza, Aramill puxa a tocha mágica e a acende diante dos raptores que se ofuscam e fogem com medo do grande e intenso brilho.</p>
<p>Ele se vira e diz: “Segundo sabemos, temos três dias para achar uma entrada, antes que a tocha se apague” os outros estão divididos entre o ato heróico do meio-elfo e o fato de ele ter posto em risco a única forma de sinalizar a distância para as tropas que vinham do norte.</p>
<p>“Nunca vi algo assim tão brilhante, isso deve ser alguma bruxaria élfica” disse o velho anão. Alliana irritada retruca: “Se falar assim de novo sobre meu povo, vou cuidar que sejam suas ultimas palavras seu anão imundo e f&#8230;..” Galdor põe a mão em sua boca e a cala evitando mais uma discussão.</p>
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</div>

<p>Após improvisarem curativos para seus ferimentos e jogarem as carcaças dos raptores mortos para fora da trilha, eles decidem descansar um pouco, antes de procurarem a entrada certa para Iron Forge.</p>
<h2>Os Trolls do Gelo</h2>
<p>Iolaf caminha confiante, dentro do túnel completamente desconhecido para ele, e a cada passo ele percebe que aos poucos, está descendo e relação à entrada da caverna em Iron Forge. Após um dia de caminhada quase ininterrupta, muitas perguntas passam pela sua cabeça, “Será que eu vou conseguir?” “Será que encontrarei ajuda a tempo?” “Será que existe mesmo uma saída por esses túneis?” “Será que&#8230;&#8230;” “?” um ruído de pequenas pedras rolando no chão, seguindo de pequenos passos, interrompem o pensamento do jovem anão, que para de caminhar e tenta tampar a luz emitida pela sua lanterna. Sua cabeça se enche de dúvida: “Se eu apagar a lanterna terei muita dificuldade em andar, pois é escuro demais mesmo pra mim, mas se não apagar posso ser descoberto por essa coisa que está&#8230;” “Comida&#8230;..” diz a voz num tom baixo, quase fantasmagórico. Sem pensar mais no que fazer com a lanterna, Iolaf corre em direção no que ele acredita ser oposta a voz e se depara com um ser grande, esguio, de pele azulada e com grandes presas. Um de seus pesadelos de infância estava diante de seus olhos: era um troll do gelo.</p>
<p>Antes que o troll fizesse qualquer movimento, Iolaf rapidamente atira a lanterna em chamas em direção ao troll e corre em direção oposta. De um túnel lateral ele vê mais duas sombras bem semelhantes que por pouco não o seguraram. O anão continua sua descida desesperada até que derrepente um forte golpe o atinge na cabeça e aos poucos ele percebe sua visão cada vez mais embaçada e escura até o estado de inconsciência.</p>
<p>Ao acordar, ele se vê preso a uma rede, e arrastado montanha acima. Antes que ele pensasse em algo, ele escuta vozes familiares gritando “Larguem ele, trolls nojentos” dois guardas atacaram ferozmente os trolls que arrastavam o jovem anão. Aproveitando a confusão da batalha, Iolaf se livrou das redes e seguiu correndo montanha abaixo sem olhar para trás, sabendo que de qualquer jeito ele deveria encontrar a saída daquele lugar. Quando ele achou que estava seguro, viu o mesmo objeto que o derrubara antes passar de raspão por sua orelha, e viu o machado de pedra bater na parede e cair a sua frente, como veio desarmado, ele pegou o machado e seguiu correndo montanha abaixo imaginando que teria que em breve lutar pela sua vida apenas com aquela pequena arma. Até que para sua surpresa, ele vê uma distante luz a uma distância razoável. “Será uma saída?” ele indaga.</p>
<p>Sem pensar muito ele continua correndo até bater de frente com um ser bem mais alto que ele cair sentado no chão, este por sua vez também cai com o impacto do anão que vinha embalado na correria. “Hahahahahaahahah os anões te amam Alliana” diz Heian num tom sarcástico. Iorick põe sua espada apontada para o anão e pergunta: “De onde vens anão?” Iolaf assustado e quase sem fôlego só consegue dizer uma só palavra: “Trolls, Trolls, Tr&#8230;” antes que ele falasse Iorick já estava aparando um golpe de machado de um deles enquanto Galdor se esquivava e golpeava um segundo que vinha em seguida.</p>
<p>Com a breve batalha cessada rapidamente após Alliana degolar o Troll que atacara Iorick, todos tentam entender o que o jovem anão diz, mas existe um pequeno problema: “Hei, ele não fala o comum?” diz Heian espantado. O velho Ormer vira para os aventureiros e diz: “Ele ainda é jovem e mal deve ter saído da montanha, vocês devem ser os primeiros Humanoos e elfos que ele vê. Dêem-me um minuto que eu falo com ele na nossa língua.” Após conversar com o jovem ele vira e diz: “Realmente ele veio de lá, pelo que ele me disse acho que ele está á um dia e meio andando nos túneis” Alliana pergunta: “Ele saberá voltar?” O velho Ormer olha para ela e diz “Se existir algum anão que se perca em algum túnel ou montanha, nossa raça merece deixar de existir, pois nós nascemos e vivemos através delas” O batedor se vira e fala: “Ótimo, quem ficará com a tocha? Eu não vou esperar as tropas para ir até a montanha”.</p>
<p><em>Em breve: A BATALHA DE IRON FORGE</em></p>

<div style="font-size:0px;height:0px;line-height:0px;margin:0;padding:0;clear:both"></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Conto &#8211; O Exilado</title>
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		<comments>http://portalwow.com.br/2010/contos/conto-o-exilado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 22:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gradash</dc:creator>
				<category><![CDATA[2º Sorteio]]></category>
		<category><![CDATA[Contos!]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[Draenei]]></category>
		<category><![CDATA[exilado]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira esse super conto enviado por um jogador de WoW. Aproveite e mande seu conto também!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <div><strong>O Exilado</strong></div>
<div>Era jovem&#8230;</div>
<div>Muito jovem quando tudo isto começou&#8230;</div>
<div>Não lembro das coisas como devia lembrar&#8230;</div>
<div>Vejo imagens, imagens de fogo, imagens de morte, vejo desespero em todas as minhas lembranças&#8230;</div>
<div>Não gosto de te-las&#8230;</div>
<div>Mas não posso esquece-las.</div>
<div>Apenas sei que sou um exilado&#8230;</div>
<div>Sou um nada&#8230;</div>
<div>Ou talvez um tudo, uma parte, um movimento nas trevas&#8230;</div>
<div>Lembro-me que que quando era jovem, fugíamos de algo que eu não sabia o que era, nem ao menos sabia o por que precisávamos ir embora.</div>
<div>Lembro-me das lágrimas de minha mãe e de meu irmão. Dos rugidos de meu pai.</div>
<div>Minha mãe me carregava em seu colo, não era rápido para segui-los.</div>
<div>Lembro-me de montanhas lilás.</div>
<div>Brilhavam&#8230;</div>
<div>Eram lindas&#8230;</div>
<div>Mais uma tempestade caia.</div>
<div>Por muito pensei que foi apenas um sonho.</div>
<div>Hoje sei que aquilo era um pesadelo&#8230;</div>
<div>Chegamos em um mundo estranho, não era tão bonito como o que eu me lembro, mas era bonito e isto bastava.</div>
<div>Eramos muitos&#8230;</div>
<div>Mas ao mesmo tempo eramos poucos.</div>
<div>Ali nos sitiamos.</div>
<div>Tentamos seguir nossos costumes&#8230;</div>
<div>Nossa fé na luz.</div>
<div>Eu era um jovem maduro já.</div>
<div>Disto lembro bem&#8230;</div>
<div>Conhecemos uma raça estranha, bárbaros, burros, simplesmente selvagens.</div>
<div>Muitos dos nossos queriam dar um fim a eles, seriam problema no futuro diziam eles, o profeta disse que não.</div>
<div>&#8220;Se a luz deu vida a estas criaturas, é por que devem viver. Não temos o direito de destruí-las&#8221;, disse ele.</div>
<div>Com o tempo conhecemos os costumes das criaturas.</div>
<div>Não eram tão burros quanto pareciam, aprendiam rápido, falavam uma língua própria mais fácil de aprender, falavam de honra, do valor das coisas.</div>
<div>O profeta formou uma aliança com eles, se chamavam Orcs, eram verdes e feios, com dentes que saiam da boca, com o tempo nos acostumamos com a aparecia deles.</div>
<div>Ensinamos a arte da civilização e nos ensinaram a arte da guerra.</div>
<div>Nosso povo era pacífico, muitos não gostaram da ideia de lutar, de matar. Mas o Profeta nos disse que precisaríamos saber lutar para sobreviver em um universo não hostil.</div>
<div>Então um dia a mascara caiu&#8230;</div>
<div>O Orcs nos traíram&#8230;</div>
<div>Nos mataram&#8230;</div>
<div>O por que? Até hoje não sei&#8230;</div>
<div>Vi minha mãe e meu irmão caírem na minha frente&#8230;</div>
<div>Foi quando vi vermelho&#8230; Apenas o vermelho&#8230; Nada mais&#8230;</div>
<div>Tudo era vermelho&#8230; Apenas o vermelho se movimentando&#8230;</div>
<div>Peguei o machado, corri, e matei o assassino&#8230; Matei mais dois que se aproximavam&#8230; Não entendia&#8230; Senti prazer nisso&#8230; Em matar aqueles que nos traíram&#8230;</div>
<div>Apesar de aprender a lutar&#8230; Não gostava de lutar&#8230; Não até aquele momento&#8230;</div>
<div>Mais cinco caíram, mais não paravam de vir&#8230;</div>
<div>Era impossível.</div>
<div>O profeta nos ordenou a fugir&#8230; Não ouvi&#8230; Mais três caíram, senti alguma coisa me acertar no rosto&#8230; Não doeu&#8230; mais um dos meu olhos que viam vermelho não viu mais nada.</div>
<div>Foi quando o vermelho que via virou preto&#8230; Apenas preto&#8230;</div>
<div>Acordei com muita dor, Fiquei sabendo que meu pai me desacordou pois eu estava enlouquecido, Ele morreu lá também com minha mãe e irmão&#8230; Me protegendo&#8230; Amaldiçoou aqueles malditos verdes até o ultimo de sua geração&#8230;</div>
<div>Muitos de nós morreram, não eramos muitos&#8230; agora eramos menos&#8230;</div>
<div>Nos abrigamos nos cogumelos gigantes do pântano, e lá ficamos por muito tempo.</div>
<div>Foi quando um dia o chão começou a tremer&#8230;</div>
<div>Não sabíamos o que estava acontecendo exatamente&#8230;</div>
<div>Sabíamos que em sua cede por sangue os Orcs foram para outro mundo&#8230;</div>
<div>E lá foram banidos, os do outro mundo vieram&#8230; Lutaram na terra dos Orcs contra os Orcs&#8230;</div>
<div>O que fez o mundo tremer eu não sei&#8230; Mas o profeta disse que este mundo ia ruir&#8230;</div>
<div>Que o fim estava próximo, deveríamos ir embora&#8230; Fugir novamente&#8230;</div>
<div>Fomos até aonde estavam as montanhas de meus sonhos que nos trouxeram para cá&#8230;</div>
<div>Realmente era tão linda como em meus sonhos.</div>
<div>Fomos novamente atacados&#8230; Por pessoas estranhas&#8230; Nunca vi ninguém desta forma, cabelos dourados em sua maioria, esguios, exalavam uma aura de magia corrompida&#8230; Pobres tolos&#8230; Se deixaram viciar pela magia.</div>
<div>Matei muitos, mais alguns dos nossos morreram&#8230;</div>
<div>Fugimos em uma de nossas naves&#8230;</div>
<div>Mas aqueles malditos sabotaram nossa nave&#8230;</div>
<div>Perdemos o controle&#8230; Vagamos no Nether, perdidos, achei que nosso fim realmente tinha chegado&#8230;</div>
<div>Mas não chegou&#8230;</div>
<div>Em mundo apareceu em nossa frente&#8230;</div>
<div>Nossa nave passou a se despedaçar enquanto adentrávamos no novo mundo&#8230;</div>
<div>A parte aonde eu estava se separou do restante&#8230;</div>
<div>Alguns dos nossos caíram no nada, me veio todas as lembranças ruins que já tive&#8230;Não me lembro de nenhuma realmente boa até ali.</div>
<div>Era o meu fim pensei&#8230; Novamente tudo ficou preto&#8230;</div>
<div>Água&#8230; Som&#8230; O som de água&#8230; O som do mar&#8230; Era o que ouvi quando acordei&#8230; Tudo turvo, não enxergava bem, minha visão melhorou, Vi vermelho novamente&#8230;</div>
<div>Mas era a cor da terra&#8230; Ela realmente era vermelha&#8230; Era quente, muito mais quente do que eu era acostumado&#8230;</div>
<div>Me levantei&#8230; E vaguei, agora realmente exilado, sozinho&#8230; Sem saber aonde estava&#8230; Sem saber nada&#8230;</div>
<div>Sentia dor&#8230; Suportável.</div>
<div>Andei dias&#8230;</div>
<div>Bebi água que não sabia se podia beber&#8230;</div>
<div>Comi criaturas e plantas que não sabia se poderia comer.</div>
<div>Estava a sombra de uma arvore em uma savana estranha, vermelha também, quando ouvi risadas&#8230; Espionei&#8230; Reconhecia o tom destas vozes&#8230; Orcs! aqui também!</div>
<div>Eram dois, pareciam distraídos com sua comida, o sangue veio a minha cabeça&#8230; Queria mata-los, somente isto que eu queria&#8230;</div>
<div>Estava desarmado, e minhas feriadas ainda não estavam curadas.</div>
<div>Esperei&#8230;</div>
<div>A noite parecia que chegaria logo.</div>
<div>Fiz um machado improvisado dos ossos das criaturas que matei para me alimentar&#8230; Me espreitei nas sombras&#8230;</div>
<div>Um caiu sem nem ver o que aconteceu&#8230; Senti prazer em ver seu sangue escorrer pelo chão&#8230; Muito prazer&#8230;</div>
<div>O outro sacou seu machado e me golpeou com violência&#8230;</div>
<div>De nada adiantou, pois já estava sem o braço quando seu machado desceu.</div>
<div>Em um movimento parti sua perna para que não fugisse, o amarrei com cordas que o morto carregava, cauterizei da forma mais dolorida possível sua ferida para que não morresse por perda de sangue.</div>
<div>Fiz perguntas, sabia sua língua, não respondia&#8230; Lhe abria uma ferida e o via rugir de dor com muito prazer.</div>
<div>Tinha a noite inteira para continuar&#8230; Gostava de fazer isto&#8230;</div>
<div>Então chegou a hora que implorou para morrer&#8230; Não aguentava mais.</div>
<div>Me falou que aqui era uma savana conhecida como The Barrens&#8230;</div>
<div>Era território da horda, e eu estaria morto logo, enquanto ria e agonizava ao mesmo tempo.</div>
<div>O trespassei com um osso que havia afiado em seu pulmão&#8230;</div>
<div>Deixei que morresse afogado em seu sangue, esperei até seu ultimo suspiro chegar, queria o ver morrer lentamente.</div>
<div>Peguei seus equipamentos, os adaptei o mais rápido possível para mim.</div>
<div>Um deles carregava uma bússola, não sabia para onde ir&#8230; Fui para norte.</div>
<div>Passei alguns dias caminhando, não sei se foi sorte ou azar não encontrar mais nenhum Orc no caminho.</div>
<div>Cheguei em uma floresta, era muito bonita, com seus tons que variavam de musgo a purpura.</div>
<div>Ouvi um som&#8230; Marcha&#8230;</div>
<div>Me escondi rapidamente, e logo surgiram pelo que pude contar cerca de trinta Orcs, bem armados e sem dúvida preparados.</div>
<div>Não podia enfrenta-los&#8230; Não sozinho&#8230; Mas estava morto&#8230; Por que não enfrentá-los? Matar o máximo que poder e livrar este mundo desta praga.</div>
<div>Me preparava para o ataque suicida quando uma flecha que nem ao menos vi de onde veio atingiu o primeiro da fila.</div>
<div>Os Orcs se amontoaram em um círculo uns de costas para os outros, sem dúvida sabiam de onde a flecha veio mais pareciam preocupados, foi quando mais flechas agora de todos os lados vieram.</div>
<div>Se defenderam com seus escudos&#8230; Quando um grupo de mulheres de pele púrpura correram até eles montadas em tigres com armaduras rugindo de fúria.</div>
<div>Estavam em menor número, mas lutaram assim mesmo, vi minha chance, o inimigo de meu inimigo é meu amigo.</div>
<div>Sai de meu esconderijo, corri enlouquecido, decepei a cabeça de dois Orcs no meu caminho, elas lutavam bem, foi quando o tigre de uma das que estavam montadas foi atingido e caiu sobre a mestra.</div>
<div>O tigre não podia sair de cima dela&#8230; pois estava morto&#8230;</div>
<div>Um Orc correu para ela para aproveitar a oportunidade, estava sobre o tigre morto com o machado levantado quando sentiu que seu torso e suas pernas não estavam mais conectados perfeitamente, e ali caiu morto.</div>
<div>Então todos os Orcs estavam mortos&#8230;</div>
<div>Removi o tigre de cima dela e dei minha mão para que se levantasse&#8230;</div>
<div>Era linda&#8230; Tão linda como qualquer mulher de minha raça.</div>
<div>Pronunciou alguma coisa em um língua que não compreendi, e logo a frente se ajoelhou sobre minha frente.</div>
<div>Acredito que suas palavras eram de gratidão por ajudar.</div>
<div>Foi quando ela notou o sangue que escorria por mim, que nem eu mesmo senti o ferimento.</div>
<div>Me levaram para sua vila e lá me trataram.</div>
<div>Com uma magia diferente.</div>
<div>Algo que nunca vi, parecia vir da natureza.</div>
<div>Não tinha para aonde ir&#8230; Então lá permaneci.</div>
<div>Aos poucos comecei a aprender sua língua, era complicada mais não era difícil.</div>
<div>O nome da raça delas era Kaldorei ou Elfos da Noite.</div>
<div>O nome daquela que salvei era Kaelena, viramos bons amigos.</div>
<div>Ela me falou que viu fogo cair do céu para oeste.</div>
<div>Tinham medo de ser os &#8220;Demônios&#8221; como diziam.</div>
<div>Mas sem dúvida era a nave de meu povo.</div>
<div>Precisava ir para lá, procurar sobreviventes.</div>
<div>Kaelena e mais algumas das elfas da noite vieram comigo.</div>
<div>Passamos dias viajando.</div>
<div>Falei que meu povo era exilado de seu mundo e sobre a traição dos Orcs.</div>
<div>Ela me falou que os Orcs trouxeram devastação as florestas de Kalindor e os Elfos da Noite não permitiriam tal sacrilégio.</div>
<div>Me falou de Elune, a deusa lua. Sobre os Humanoos que já batalharam muito contra os Orcs e que agora eram aliados dos elfos, me falou do sonho esmeralda e o motivo de existir apenas mulheres como as guardiãs da floresta.</div>
<div>Chegamos em uma cidade portuária que chamavam de Auberdine.</div>
<div>Então pegamos um navio.</div>
<div>Muitos olhavam com desconfiança para mim, Kaelena me disse que era por que eu parecia com os demônios que os atacaram a muito tempo, mais que mesmo assim eu era diferente e meu coração era puro pois podia sentir.</div>
<div>A viagem durou algumas horas e então chegamos a uma das coisas mais incríveis que já vi em minha vida. Uma árvore gigante&#8230; realmente gigante&#8230; Nunca vi nada tão colossal.</div>
<div>No porto havia um teletransporte mágico que nos levou até o topo.</div>
<div>Lá Kaelena me levou até o templo da lua e falou com algumas guardas.</div>
<div>Logo a guarda entrou e disse que não demorava, Kaelena me disse que pediu uma audiência com Tyrande Whisperwind a líder dos elfos da noite.</div>
<div>Ela própria veio até mim.</div>
<div>Lançou uma magia sobre mim, e então sorriu parecendo aliviada e disse que eu não era da legião. Me perguntava apenas, o que é a legião?</div>
<div>Conversamos por horas, expliquei o que aconteceu com nosso mundo, sobre o mundo dos Orcs e sua traição.</div>
<div>Ela me falou sobre a legião, Kil&#8217;jaeden, Archimonde.</div>
<div>Expliquei que já ouvi o nome de ambos e que na verdade fazemos parte de uma mesma raça.</div>
<div>Porém fugimos quando o Profeta percebeu sua corrupção perante Sargeras.</div>
<div>Então entenderam o por que eramos parecidos.</div>
<div>Tyrande concordou que devíamos encontra o local da queda da nave que me trouxe até este mundo.</div>
<div>Que poderíamos ser aliados contra um mal em comum.</div>
<div>Tyrande em pessoa partiu em um dos 4 navios que cruzaram o mar para o Oeste em busca do local da queda.</div>
<div>Passamos um semana no mar quando chegamos em uma Ilha chamada de Azuremyst.</div>
<div>Ainda havia fumaça&#8230; Já fazia muito tempo desde a queda.</div>
<div>Chegamos lá e encontramos sobreviventes, muitos em situação deprimente&#8230; Beirando a morte.</div>
<div>A magia de Tyrande foi incrível, trouxe muitos da bera da morte a vida perfeita em instantes.</div>
<div>Aonde a nave caiu em seus destroços estava sendo feita uma cidade&#8230; Sem dúvida nosso novo lar.</div>
<div>Graças a minha presença Tyrande foi bem recebida, fiquei aliviado em saber que o profeta estava vivo.</div>
<div>Ele e Tyrande conversaram por horas, até que finalmente uma aliança foi formada.</div>
<div>Muitos elfos da noite vieram para a ilha nos ajudar.</div>
<div>Kaelena estava sempre ao meu lado, já olhava diferente para ela, como ela olhava para mim.</div>
<div>A notícia que nossa raça havia chegado a este mundo e que éramos inimigos dos Orcs se alastrou rapidamente.</div>
<div>Logo Humanoos, Anões e Gnomos desembarcaram em nossa ilha para oferecer sua ajuda.</div>
<div>Então nós os Exilados encontramos amigos em um mundo de caos.</div>
<div>Passamos a nos chamar de Draenei, que significa &#8220;Exilados&#8221; em nossa língua.</div>
<div>Aprendemos a língua dos Humanoos que parecia ser a mais falada no mundo.</div>
<div>Em uma noite Kaelena veio até mim e disse que precisava partir com lágrimas nos olhos.</div>
<div>Precisava voltar para Ashenvalle para proteger a floresta dos Orcs.</div>
<div>Disse que eu devia ficar com o meu povo que tanto procurei.</div>
<div>Então ela se virou de costas para mim&#8230;</div>
<div>Eu disse.</div>
<div>&#8220;Para mim o que importa é que meu povo esteja seguro, já tenho um lugar para ir e alguém que quero ao meu lado.&#8221;</div>
<div>Ela deu um suspiro para dentro, a peguei pelo braço e a beijei.</div>
<div>Disse que desde quando jovem, muito jovem, não tinha boas lembranças. E que ao seu lado formei boas lembranças e quero formar mais.</div>
<div>Ela chorou&#8230;</div>
<div>Primeira vez que a vi chorar desde que nos conhecemos a cerca de quatro meses, me abraçou e disse que queria estar ao meu lado.</div>
<div>Apenas a abracei de volta e disse.</div>
<div>&#8220;Estou ao seu lado&#8221;.</div>

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		<title>Gerações de Honra 5: A Chegada ao Grande Porto e as Montanhas de Ironforge</title>
		<link>http://portalwow.com.br/2009/news/a-chegada-ao-grande-porto-e-as-montanhas-de-iron-forge/</link>
		<comments>http://portalwow.com.br/2009/news/a-chegada-ao-grande-porto-e-as-montanhas-de-iron-forge/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 12:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saiden</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos!]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Contos! Gerações de Honra]]></category>
		<category><![CDATA[Galdor]]></category>
		<category><![CDATA[Paladino]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse conto faz parte de uma grande história que eu escrevi e continuo escrevendo. Fala de uma das primeiras batalhas de Galdor, como um guerreiro ainda no final da segunda guerra, muito antes do nascimento do seu filho Saiden. A primeira parte completa da saga está disponível em pdf nesse link: Rapidshare - Link Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p style="text-align: justify">Esse conto faz parte de uma grande história que eu escrevi e continuo escrevendo. Fala de uma das primeiras batalhas de Galdor, como um guerreiro ainda no final da segunda guerra, muito antes do nascimento do seu filho Saiden.</p>
<p style="text-align: justify">A primeira parte completa da saga está disponível em pdf nesse link:</p>
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<p style="text-align: justify">Gerações de honra em Tempos de escuridão. A saga do jovem Galdor no fim da segunda segunda guerra.</p>
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<p style="text-align: justify">Sem maiores incidentes, o grupo chega ao porto de Menethil, que apesar de levar o nome da família real de Lordaeron, é atualmente controlado e protegido pelos anos de Iron Forge. Junto com o grupo e o pequeno destróier, muitos navios começam a aportar aos poucos, e maioria deles traz como símbolo a ancora dourada com o fundo verde, símbolo da nação ilha de Kull Tiras, conhecidos como a principal força naval da aliança.</p>
<p style="text-align: justify">É visível o entusiasmo dos marinheiros, que chegam ao porto vibrando com as sucessivas vitórias da Aliança na retomada das ilhas. Um guarda do porto pergunta aos marinheiros: “Onde está o resto da esquadra?” o marinheiro responde: “Alguns de nossos irmãos se foram, mas a maioria está rumando em direção a Stormwind, incluindo a Nau do nosso Almirante e as tropas de Sir Lothar. Galdor escuta atento a conversa e se questiona apreensivo: “será que eles conseguirão?”derrepente ele sente uma mão apertando o seu braço e logo em seguida ouve: “Acorde temos que ir, você ainda está muito longe de casa.” Disse Alliana quase gritando. Galdor responde meio assustado: “Desculpe, mas é o futuro da minha nação que está em jogo” o batedor se aproxima e diz: será o fim de outras se ficarmos aqui parado. Iorick e Heian se aproximam e o príncipe pergunta a todos: “o que estamos esperando?”<br />
Após pegarem algumas provisões e algum material que os ajudem numa provável escalada, eles partem para cruzar o pântano norte e chegar ao pé da grande montanha de Iron Forge.</p>
<p style="text-align: justify">Após algumas horas de caminhada no pântano, apesar de pequenos incidentes principalmente com os famintos crocolisks da região, ele encontraram uma passagem marcada com uma pequena bandeira que para todos aparentou ser algum símbolo dos anões.</p>
<p style="text-align: justify">“Será seguro?” pergunta Heian. Aramill responde: “Você tem alguma idéia melhor?” Iorick intervém “Qualquer mudança de trajeto nos levará novamente para o pântano cheio de crocolisks novamente.” Alliana passa a frente de todos e fala: “Anão ou não ele deve saber de algo, já que a trilha entra na montanha” Sem mais questionamentos ele continuam subindo e se deparam com uma pequena caverna na qual a entrada também possui a mesma bandeira encontrada anteriormente. Ao darem o primeiro passo para o interior da caverna ele escutam uma voz grossa e agressiva gritando: “Alto, parados ai, quem são vocês?” “Estou cansado de atirar em saqueadores baratos como vocês” Heian interrompe a voz e fala: “Hei amigo, calma nós&#8230;” “Não me diga o que fazer seu elfo imundo” a voz se aproxima e de dentro da caverna sai um anão com um canhão de mão apontado pra eles e uma picareta presa num cinto quem contém outros utensílios que parecem ser instrumentos de mineração.</p>
<p style="text-align: justify">Num gesto rápido, Galdor lança ao chão sua espada e seu escudo e fala calmamente: “Viemos em paz amigo, estamos em uma missão em nome da aliança” “Aliança?”diz o velho anão, “o que diabo é isso?” “Estamos em guerra a mais de três anos com a horda, onde você vive?”Disse Heian espantado com as perguntas do anão. O anão se vira e responde num ar de desprezo: “Não nos envolvemos em guerras promovidas por Humanoos e elfos, estamos livres disso nas nossas montanhas” Iorick toma a frente e diz: “Não é bem isso que sabemos” enquanto Iorick fala ao anão da missão, Galdor saca o mapa e o estende no chão logo a frente do anão. “Veja, reconhece esse mapa, foi feito por um dos seus e entregue ao capitão Danath de Stromgarde” o anão se assusta, e com os olhos bem abertos diz: “Sim!!! Esse é um mapa feito pelo mestre Brann” “Ótimo agora nos leve até o túnel de Iron Forge” diz a elfa visivelmente irritada. “Não sei de nenhum túnel daqui que saia em Iron Forge” fala o anão surpreso “Droga, o que faremos?” completa a elfa. “Quantos túneis existem aqui anão?” pergunta friamente o batedor. “Eu e meus amigos encontramos uns seis túneis, mas eles são muito instáveis e não entramos muito neles, até porque encontramos vários artefatos antigos aqui, e são eles que nos interessam no momento”</p>
<p style="text-align: justify">O grupo observa algumas covas e dentro delas alguns objetos lembrando jarras, urnas ou sarcófagos de um tempo muito distante. Após observarem bem Heian tem um estalo e pergunta: “Cadê os outros, os seus amigos?” o anão tristemente responde: “Todos mortos, os malditos raptores vieram no por do sol em três dias seguidos, eu sou o último que resta da expedição, nem os saqueadores são tão cruéis” Aramill, encantado com o canhão de mão do anão pergunta: “Hei amigo, você tem outro desse canhão de mão pra mim? Gostaria de aprender a usá-lo.” O anão se vira rindo e fala” Você fala da minha carabina? Sim eu tenho outra, acho que você pode com ela, já que não é totalmente um elfo hahahahaha”</p>
<p style="text-align: justify">Após conversarem por mais alguns minutos, o anão arma sua carabina e fala de olhos bem abertos: “preparem-se eles estão voltando”. Poucos minutos depois, um grupo de raptores sobe rapidamente a trilha, segundo em direção ao que lhes parece ser mais um grupo de presas prontas a serem devoradas.</p>
<p style="text-align: justify">Carabinas, arcos, espadas escudos e adagas ferem os raptores de maneira rápida e precisa, mas eles são muitos, rápidos e fortes. Nosso grupo intrépido é valente, mas não está no auge de suas forças devido aos árduos dias de viagem. A luta pela sobrevivência é feroz. Cada um por motivos diferentes, luta pela vida que passa diante dos olhos a cada instante, em cada garra, em cada presa sanguinária que cai ante aos seus pés. Para a sorte de nossos aventureiros, a caverna onde eles estão possui uma subida estreita e íngreme, dando a eles um tempo um pouco maior do que se os encarassem em terreno aberto. Simultaneamente tanto a luz do sol, que já era escassa devido ao dia nublado, quanto à munição das carabinas, quanto às flechas de nossos amigos elfos cessam sem o menor aviso prévio.</p>
<h2 style="text-align: justify">A CORAGEM QUE BROTA DAS MONTANHAS</h2>
<p style="text-align: justify">Iolaf Fireforge, ao contrário de sua família, detestava qualquer serviço ligado a forja e sempre fazia o máximo possível para evitá-los. Seu pai Bandis, além de ser um excelente forjador de armas, também era um exímio guerreiro, mas por recomendações dadas por sua esposa Magda, ele jamais ensinaria as artes do combate a nenhum de seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify">Sempre que surgia uma oportunidade, Iolaf observava os treinamentos dos guardas, e treinava as escondidas seus movimentos. Seu sonho era de um dia, como o príncipe Muradin e seu pai, saber as técnicas supremas de combate com o martelo e o machado. Técnicas das quais somente aqueles conhecidos como os reis da montanha possuíam e as utilizavam em momentos de grande perigo.</p>
<p style="text-align: justify">Apesar de suas lamentações, tudo corria bem na pacata vida do nosso jovem anão em sua vida em Iron Forge, até a chegada deles. Aqueles que tomaram a grande nação Humanoa de Azeroth, invadiram as terras dos reinos Humanoos do norte e por fim chegou às fronteiras dos misteriosos elfos. Aqueles monstros verdes dos quais os Humanoos chamam de orcs. Em apenas três dias, eles tomaram nossas fronteiras, e cercaram a grande capital, da qual está a mais de três semanas fechada.</p>
<p style="text-align: justify">Boatos dizem que um anão saiu a mando do rei com um mapa, e uma máquina voadora feita com a ajuda dos gnomos chamada por eles de girocóptero. Dizem ainda que ele foi em direção aos reinos do norte, onde as forças da aliança estão concentradas. Alguns de nós já sente fome, e outros estão visivelmente perdendo as esperanças. Alguns velhos padres falam que eles são liderados por cavaleiros que estão acima da vida e da morte, e que a cada um de nós que for morto surgirá um soldado morto vivo para eles. O rei Magni junto com a guarda real reforça diariamente o portão, que é constantemente testado pela maldita horda.</p>
<p style="text-align: justify">Iolaf percebendo a gravidade da situação, também viu ai uma grande chance de demonstrar sua coragem e quem sabe, finalmente convencer seu pai a treiná-lo nas artes do combate. Desde criança, ele sabia que alguns pequenos túneis saindo das cavernas de Forlorn davam pra fora da cidade, e estes eram constantemente vigiados para evitar a entrada de Trolls do gelo, que habitavam as montanhas próximas. Como ele vivia do outro lado da cidade, na área entre a ala militar e a grande forja, onde seu pai trabalhava, ele por ser muito jovem, foi sempre mantido a distância dali.</p>
<p style="text-align: justify">“Dessa vez vai ser diferente” pensou alto Iolaf, já se imaginando em algum dos túneis e saindo de Iron Forge para trazer ajuda. Aproveitando o sono de sua mãe e uma saída do seu pai que havia sido chamado pelo comando real, ele inicia sua jornada rumo às cavernas. Quando questionado por um guarda para onde estava indo, ele rapidamente disse. “Tenho um recado aos guardas das cavernas vindo de meu pai.” “De quem você é filho?” pergunta o guarda. “Você não está autorizado a saber detalhe de informações vindas da grande forja, por favor, deixe-me fazer meu trabalho ou você terá complicações com os velhos mestres forjadores.” Disse espertamente Iolaf. O guarda assustado responde: “Siga adiante jovem, faça o seu serviço!” Por saber a natureza do trabalho dos guardas, Iolaf levou uma lanterna ao local e entrou em um dos túneis dizendo com uma voz alta e grossa: “Vamos, vim lhe render” logo depois um guarda se aproxima visivelmente cansado e fala: “Até que enfim, bom turno.” Iolaf começa sua empreitada rumo ao desconhecido dentro de um dos túneis que o leva cada vez mais ao fundo das montanhas.</p>
<p>Continua&#8230;</p>

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		<title>Conto: Gerações de Honra 4: O Príncipe perdido e a marcha para Iron Forge &#8211; Parte III</title>
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		<comments>http://portalwow.com.br/2009/news/o-principe-perdido-e-a-marcha-para-iron-forge-iii/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 11:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saiden</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos!]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Contos! Gerações de Honra]]></category>
		<category><![CDATA[Galdor]]></category>
		<category><![CDATA[Paladino]]></category>

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		<description><![CDATA[O pequeno grupo avança em sua viagem até Ironforge. Orcs, Trolls, Ogros e até Undeads são só os pequenos empecilhos que o grupo precisa enfrentar em seu primeiro dia...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p style="text-align: justify">Esse conto faz parte de uma grande história que eu escrevi e continuo escrevendo. Fala de uma das primeiras batalhas de Galdor, como um guerreiro ainda no final da segunda guerra, muito antes do nascimento do seu filho Saiden.</p>
<p style="text-align: justify">A primeira parte completa da saga está disponível em pdf nesse link:</p>
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<p style="text-align: justify">Gerações de honra em Tempos de escuridão. A saga do jovem Galdor no fim da segunda segunda guerra.</p>
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<h2 style="text-align: justify">A PONTE DOS ANÕES: THANDOL SPAN</h2>
<p style="text-align: justify">Para a sorte dos nossos aventureiros, o primeiro dia de cavalgada até os pés das pontes Thandol Span foram tranqüilos, os soldados de Stromgarde haviam feito um bom trabalho patrulhando os planaltos de Arathi.<br />
No fim do dia de cavalgada, o grupo acampa escondido nas formações rochosas que existem próximas a entrada para a ponte.</p>
<p style="text-align: justify">Vendo o descontentamento de todos devido ao cansaço da viagem e as preocupações e perigos que ainda estavam por vir o intrépido Heian quebra o gelo: “E ai gente, será que escapamos dessa inteiros?” “Se depender de você estamos mortos seu ladrãozinho barato, tu és uma vergonha para nosso povo” Responde asperamente Alliana. “Acalmem-se, precisamos de um mínimo de coesão se quisermos sobreviver a isso” disse Galdor. “Não precisamos nos amar, é apenas tolerarmos uns aos outros que no fim talvez a gente sobreviva” disse o batedor. “Respondendo a sua pergunta eu acho que sim” disse Iorick “meu pai costumava dizer que as pessoas se unem em situações assim” completa o príncipe. “Vou começar a vigília, vamos nos alternar de três em três horas” Disse Galdor. E assim o “feliz” e “entrosado” grupo começa a noite.</p>
<p style="text-align: justify">Pouco antes de amanhecer, percebe-se o tempo bastante fechado e uma névoa cobrindo parcialmente a ponte impedindo que se veja claramente o outro lado. “O que faremos?” Perguntou ansiosamente Heian.<br />
“Vamos passar silenciosamente em fila pela borda” sugeriu Aramill. “Vamos, não temos escolha” disse Iorick. “Por qual borda?” perguntou Heian. “Direita” disse seriamente a arqueira. “Mantenham-se próximos, pois a névoa está ficando bem densa” completa Galdor.</p>
<p style="text-align: justify">O plano teria dado certo, se não fosse pelo imprevisto buraco na ponte, encontrado pelo cavalo de Alliana que a faz se desequilibrar e ficar pendurada na borda da ponte. O cavalo teve sua pata anterior direita totalmente enterrada e presa no buraco, e provavelmente quebrou com a queda.</p>
<p style="text-align: justify">Com o relinchar do cavalo, os outros por sua vez ficaram agitados e o ladino teve o azar de cair do seu e vê-lo seguir em velocidade em direção a outra margem da ponte. Vendo o ocorrido, Galdor desce do cavalo e imediatamente agarra a mão de Alliana para puxá-la para a ponte; ela aceita e retorna em silêncio. Iorick desce calmamente do cavalo e fala: “Começamos bem, menos dois cava&#8230;. Heian atrás de você” frase seguida pela espada sacada rapidamente das mãos do príncipe. Heian agilmente rola lateralmente e escapa de um golpe de espada de algo que um dia pareceu ser um Humanoo e rapidamente saca suas adagas. “Preparem-se estamos cercados de mortos-vivos” diz Aramill seguido de um disparo certeiro de seu arco em uma das criaturas. A batalha começa, Galdor e Iorick tomam a frente com suas espadas abrindo caminho, cobrindo Alliana que faz jus a lendária habilidade élfica com o arco, Heian se mostra habilidoso com as adagas. Após andarem alguns metros e derrubarem uma meia dúzia de mortos-vivos, Alliana grita, “São muitos precisamos fazer algo”. Heian disse “Vamos sacrificar os cavalos” logo em seguida ele segura o cavalo de Iorick pelo arreio e bate nele lançando-o a frente dos mortos-vivos. A elfa imita o ato do ladino com a montaria de Galdor, e os cavalos desesperados distribuem coices e desnorteiam os cadáveres animados mais próximos dando a eles uma pequena chance de escapar da ponte. Após correrem e derrubar alguns com o corpo ou com o escudo no caso de Galdor, Aramill cai e se vê puxado por uma das mãos sem vida, antes que o pior acontecesse, um vulto negro passa ao seu lado e corta a mão que o derrubara. “Levante, não temos tempo a perder” diz Iorick estendendo a mão para o meio elfo.</p>
<p style="text-align: justify">Após uma longa corrida eles percebem que ao atravessar a ponte, a névoa misteriosamente some, mas o dia que já amanhecera continuava bem nublado, e as notícias não eram boas. Com exceção da tocha que estava presa nas costas de Alliana, e o saquinho de “pertences” de Heian os suprimentos estavam perdidos. O ladino avalia a situação e pergunta: “O que faremos rapazes&#8230;&#8230; e moça?” completa com um sorriso amarelo. “Continuamos” disse a elfa enfezada. “Espere” disse Galdor, ele continua: “Vejo que o tempo não está muito favorável, o caminho parece alagado e deve chover em breve olhem” quando o soldado mal termina a frase, pequenas gotas começam a cair e aos poucos se transformam em uma poderosa tempestade.</p>
<p style="text-align: justify">Em poucos minutos após o início da chuva, a água começa a variar de profundidade do tornozelo a acima do joelho pela estrada, Aramill para um instante, olha para trás e dá a boa notícia “Temos companhia” alguns mortos-vivos saíram da ponte e estavam começando a entrar no que seria a estrada antes de começar a chuva. Galdor sugere: “Não vamos conseguir continuar, temos que ir para Dun Modr” Heian saltitando na água em direção oeste conclui: “O que estão esperando? Querem ser o almoço deles?” Assim o grupo sem alternativa ruma para a pequena fortaleza da aliança.</p>
<h2 style="text-align: justify">VIAGEM QUENTE</h2>
<p style="text-align: justify">Ao chegar à pequena fortaleza anã de Dun Modr, o grupo é recebido por um Anão de voz confiante que diz: “Onde está o resto da tropa?” Galdor responde: “Viemos na frente senhor”, Alliana intervém: “Estamos em missão, e não interessa a você saber anão” “Controle sua língua élfica menina, sou o segundo em comando aqui e mereço respeito” disse o anão começando a se irritar com a audácia da arqueira. “Acalme-se Alliana, precisamos de ajuda agora para o bem de todos” disse Galdor rispidamente. Antes que voltassem a discutir, Iorick interrompeu dizendo: “Pode nos dizer o caminho mais rápido para chegarmos à face norte das montanhas de Iron Forge?” O anão pensou rápido e disse: “Do outro lado desse monte temos um pequeno ancoradouro, onde temos um navio de Lordaeron em reparos; vocês podem pegar carona com ele até o porto de Menethil e seguir a pé até as bordas da montanha.”</p>
<p style="text-align: justify">“Obrigado, sua ajuda foi de grande valor” agradeceu Galdor com sinceridade.</p>
<p style="text-align: justify">O batedor ficou encantado com a arma que o anão carregava, parecia com um canhão, mas tinha o tamanho pequeno o suficiente para se carregado com as mãos, por curiosidade ele perguntou: “Esse canhão de mão é eficiente?” O anão percebeu o interesse de Aramill e disse: “Sim bastante, principalmente quando o disparo é feito bem de perto, o rosto dos orcs fica como tomate pisado hahahahahaahah” Heian, Aramill, e Iorick caem na risada com o comentário do anão, enquanto Galdor e Alliana seguiam mais a frente discutindo: “Sua arrogância élfica quase pôs tudo a perder, controle-se” disse o soldado preocupado com as atitudes da arqueira; ela rebate dizendo: “Me sinto humilhada, tendo que seguir em missão com tantos incompetentes, mas infelizmente não tive escolha, seguir com vocês e completar minha missão será a maneira mais rápida de ser reconhecida como ranger sem depender do meu irmão”, quando ela respirou a fim de continuar seu discurso ela ouve do ladino: “O donzelo ai do seu lado é tão incompetente que salvou sua vida, um pouquinho de gratidão não faz mal a ninguém às vezes, mesmo aos aspirantes a rangers” Iorick chegando ao assunto completa: “Mesmo ele sendo um péssimo ladrão e comediante, dessa vez ele está certo” a elfa, aparentemente bem zangada se cala.</p>
<p style="text-align: justify">Quando a discussão acaba, eles se encontram no pequeno ancoradouro, e logo avistam o navio com o símbolo de Lordaeron na vela. O anão que os acompanhou, grita para os ocupantes da embarcação: “Levem esse soldados até o porto de Menethil, eles estão em missão pela Aliança”. Todos, com exceção da arqueira, agradecem a ajuda e rapidamente embarcam no navio. Um marujo de bigode, de dirige a eles e fala: Bom dia senhores, eu sou o Fred, estamos de partida, acredito que amanhã cedo estaremos chegando ao porto de Menethil. Temos pão e água, isso irá mantê-los até chegarmos lá. Galdor e Alliana, já haviam navegado anteriormente, o soldado na fuga de Azeroth a três anos atrás, e a arqueira indo para a ilha da fonte do sol, junto com seu irmão que foi a uma audiência real. O tempo estava meio nublado e os ventos ameaçavam a piorar a qualquer momento.</p>
<p style="text-align: justify">A viagem permaneceu tranqüila até a noite. Quando o grupo esboçava um descanso noturno na embarcação, os gritos ecoavam lá fora “atenção, forças da horda em confronto nas proximidades, toda força a frente!!!” imediatamente o grupo subiu até o convés e pode ver uma batalha marinha em ação: No centro, uma jamanta dos ogros disparando canhões e recebendo tiros de uma nau capitânia da nação de Kul Tiras, nação que dava o suporte naval a aliança. Aos arredores, pequenas embarcações de trolls e elfos trocando tiros de fechas e lanças, e no alto da jamanta e da nau, cavaleiros grifos e dragões disputavam o domínio dos céus. Quando pensavam que o perigo estava ficando para trás eis que o inesperado acontece, um dos dragões voa em disparada em direção ao navio cargueiro do grupo.  Imediatamente o dragão começa a incinerar o convés do navio, junto com alguns marinheiros. A única alternativa foi se jogar ao mar, e ver o navio se transformar em uma grande bola de fogo antes de afundar.<br />
Quando as esperanças pareciam perdidas, os cavaleiros grifos começaram um combate mortal com o dragão, e enquanto isso um destróier elfo se aproximou dos destroços resgatando o grupo e dois marinheiros sobreviventes.</p>
<p style="text-align: justify">A pequena embarcação contava apenas com quatro elfos munidos de arcos longos e um canhão leve. Após se acomodarem na pequena embarcação um dos tripulantes disse: “deixaremos vocês no porto de Menethil, pois precisamos de reparos”. “Ótimo, estávamos indo para lá” disse Heian animado. E assim a noite segue no pequeno destróier elfo sem maiores incidentes.</p>
<p style="text-align: justify">Alliana parecia muito assustada e com frio, Galdor percebendo isso, pois o braço sobre seus ombros e disse: “Está tudo bem agora, o perigo já passou, estamos a salvo, logo estaremos em terra firme” ela responde ressentida: “Obrigado por ter salvado minha vida”. Após a resposta os olhares se cruzam, e um sentimento forte cruza o olhar dos dois, que posteriormente se viram envergonhados, de terem trocado olhares tão&#8230; Profundos.</p>
<p style="text-align: justify">Continua&#8230;</p>

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		<title>Conto: Gerações de Honra 3: O príncipe perdido e a marcha para Iron Forge &#8211; Parte II</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Saiden</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos!]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse conto faz parte de uma grande história que eu escrevi e continuo escrevendo. Fala de uma das primeiras batalhas de Galdor, como um guerreiro ainda no final da segunda guerra, muito antes do nascimento do seu filho Saiden. A primeira parte completa da saga está disponível em pdf nesse link: Rapidshare - Link Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> <p style="text-align: justify">Esse conto faz parte de uma grande história que eu escrevi e continuo escrevendo. Fala de uma das primeiras batalhas de Galdor, como um guerreiro ainda no final da segunda guerra, muito antes do nascimento do seu filho Saiden.</p>
<p style="text-align: justify">A primeira parte completa da saga está disponível em pdf nesse link:</p>
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<p style="text-align: justify">Gerações de honra em Tempos de escuridão. A saga do jovem Galdor no fim da segunda segunda guerra.</p>
<h2 style="text-align: justify">Pequena Mudança De Planos</h2>
<p style="text-align: justify">Para a maioria dos presentes, as montanhas geladas de Khaz Modan onde ficava a cidade Iron forge, que segundo os relatos, estava sitiada pelos orcs era um lugar completamente desconhecido. Acreditava-se que já existisse um mapa tracejado, ou um ou mais guias para levá-los até a cidade dos anões; mas para a surpresa de todos, o capitão foi direto e reto ao assunto “Bravos homens, desconheço o caminho para entrar na fortaleza dos anões, a não ser pela entrada principal, local onde os orcs estão nos aguardando de presas e machados bem afiados esperando por nossas pequenas e rosadas cabeças, não é preciso ser nenhum mago de dalaran para saber que morreremos inutilmente se formos por lá.” As reações variavam entre a surpresa e o desespero, o capitão derrepente gritou: “Vocês são homens ou frangos? Lembro-me de ter libertado Southshore e Andorhal com bravos soldados que não temiam a morte, creio que muitos deles estão aqui, e junto com eles alguns azerothianos que mostraram sua bravura e coragem sobrevivendo até hoje.” Ele completa: “Temos um plano, conto com a bravura de alguns de vocês que serão selecionados para executá-lo. Observem o mapa desenhado pelo meu amigo anão Brann Bronzebeard que deve está passando por maus bocados nesse momento, eu o rabisquei para mostrar a vocês como andam as coisas por lá segundo as informações que temos:</p>
<p style="text-align: justify">As marcas que fiz em azul indicam o que temos sob nosso controle, as marcas em vermelho são os locais que pertencem à horda, as marcas feitas em x são locais onde a horda costuma patrulhar e em especial com os dragões que estão sobre seu comando de alguma forma. As tropas comandadas por Lorde Lothar segundo o que soubemos estão se dirigindo ao leste para a retomada de Grim Batol Passando pelos portões tomados pelo clã orc que se intitula Dragonmaw. Nós escolheremos entre vocês, pessoas para formarem três grupos. Sua missão: encontrar uma passagem ao Norte de Dun Morogh que nos leve diretamente a Khaz Modan. Sei que existe essa passagem, mas ela é um segredo guardado a sete chaves pelos anões, mas se a acharmos, essa será a chave para a sobrevivência deles. Cada grupo partirá com cinco integrantes e uma tocha feita especialmente pelos magos de Dalaran, essa tocha assim que acesa emite um brilho muito intenso e difícil de apagar por pelo menos três dias. Os grupos partirão imediatamente a cavalo e as tropas ao amanhecer.</p>
<h2 style="text-align: justify">A Partida</h2>
<p style="text-align: justify">Quinze bravos, ou nem tanto, foram selecionados, e postos nos melhores cavalos disponíveis na fortaleza. Os dois primeiros grupos continham poderosos magos, guerreiros e rangers experientes, em um deles havia até um Paladino. O último grupo, Aramill, o batedor meio elfo ouviu muito bem e desejou muito não ter ouvido aquilo pela raiva que sentiu depois, o sargento virou para o capitão e disse e voz não tão baixa: “senhor fechamos dois bons grupos, o que faremos para fechar o terceiro, não podemos desfalcar mais a tropa de ataque” o capitão sorriu e disse “faça um grupo de isca, derrepente eles até podem sobreviver, ponha aquele meio elfo junto e diga algo que os encorajem e os mande na frente dos outros, pelo menos com uma hora de vantagem encima dos outros” o sargento baixou a cabeça e olhou para a tropa e disse: “existe alguém corajoso o suficiente para compor o terceiro grupo?” os soldados se entreolharam e lembraram-se dos dragões, muitos deles tiveram parentes e amigos pulverizados pelas chamas dos terríveis dragões vermelhos, e por isso não queriam ter o mesmo fim. Antes que alguém pudesse dizer algo, uma jovem elfa arqueira disse em alto e bom som: “eu”. Muitos se admiraram e o capitão ranger Anandor Hawkspear disse a ela: “Você não precisa fazer isso irmã” ela respondeu: “Quero que pare de me proteger, quero ser reconhecida por minhas habilidades, não por ser sua irmã mais nova” disse a bela Alliana Hawkspear. “A escolha é sua, teimosa!!!” retrucou o capitão resignado. Iorick avaliou os riscos, e se perguntou: “porque não?” tudo o que amava e respeitava tinha ficado para trás mesmo. “Eu vou” completa o jovem de Gilneas. Galdor não tinha notícias de sua mãe há quase um mês, e sabia que seu estado não lhe parecia muito bom. Ele se lembrou de uma história que seu pai lhe contou uma vez de que seu tio tinha cavalgado até próximo das montanhas de Khaz Modan atrás de um cavalo que havia se perdido, e que pertencia a mãe deles. Pensando nisso, o soldado se imaginou que chegando a Khaz Modan teria alguma notícia de casa, já que em todas as conversa das tropas, se falavam que Lorde Lothar auxiliado pelo Almirante Proudmoore havia tomado as ilhas do grande mar e logo estariam em Stormwind novamente. E se seu tio havia chegado perto a cavalo não seria tão longe. Quando voltou a si ouviu um grito “Se ninguém se oferecer eu vou escolher uma pessoa a força!!!” o sargento já se dirigia na direção dos soldados quando ouviu um tímido “eu senhor eu vou, espero que de lá eu tenha notícias de casa” o sargento olhou para ele e disse “se sobreviver e não ficar surdo terá alguma notícia, agora vá com os outros e apronte-se”.</p>
<p style="text-align: justify">O terceiro, ou primeiro grupo, se contar pela ordem de partida era formado por: Alliana, Iorick, Aramill, Galdor e Heian o ladino elfo, que aproveitou a oportunidade de escapar depois de ter roubado uns cristais de um velho mago que está junto com as tropas que irão com o capitão Danath Trollbane.<br />
Antes de partirem Danath disse aos três grupos: “Mostre-nos o caminho para os orcs e deixe o resto com a infantaria de Stromgarde, vão homens pela aliança!!!!!”</p>
<p><em>Continua&#8230;</em></p>
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